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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Eleição para diretoria da CDL Santa Cruz do Capibaribe acontece hoje (30)

A CDL Santa Cruz do Capibaribe escolhe durante todo o dia de hoje (30 de outubro) a sua nova diretoria. Desta forma, a entidade convida a todos os associados para comparecerem à CDL para que possam realizar o seu voto. A partir das 9 horas, todo o corpo de colaboradores da CDL estará a postos para atender aos associados, a fim de que os mesmos possam votar em mais uma diretoria que irá continuar os trabalhos desenvolvidos na gestão do presidente Fábio Lopes.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dica SPC Brasil


Já pensou em disseminar o seu conhecimento entre os seus funcionários?
Faça deles os seus clones através de treinamentos, reuniões e conversas individuais. Assim sua empresa ganhará mais a “sua cara” e seu time ficará mais alinhado com suas expectativas.


Compre o seu ingresso na CDL Santa Cruz do Capibaribe, participe da palestra e ajude ao Lar dos Idosos Irmã Dulce. Ingresso R$ 50.


Melhora a confiança da indústria no encerramento do trimestre

Fonte: Agência Brasil

Depois de permanecer em queda por nove meses seguidos, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) cresceu 1,8% no encerramento do trimestre, em outubro sobre setembro, ao atingir 82,6 pontos ante 81,1. Em setembro, o índice tinha apresentado variação negativa de 2,8%.

A pontuação, no entanto, continua abaixo da média (104,1), segundo o levantamento em torno da Sondagem da Indústria de Transformação feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV).

Por meio de nota, o superintendente adjunto para Ciclos Econômicos do Ibre-FGV, Aloisio Campelo Jr., explicou que apesar dessa melhora ainda prevalece o sentimento de desânimo . “O setor industrial inicia o quarto trimestre de 2014 em ritmo lento e com perspectivas pouco animadoras para os meses seguintes. A diminuição do pessimismo no horizonte de seis meses deve ser tomada com alguma cautela, considerando-se a intensidade da piora deste indicador no terceiro trimestre”, explicou o economista.

O ICI coletou dados de 1.152 empresas entre os dias 2 e 24 deste mês e mostra que a variação foi influenciada pelo Índice de Expectativas (IE) que teve alta de 4,9%, com 85,9 pontos, o maior desde maio passado. A proporção de empresas que acreditam em melhora dos negócios para daqui a seis meses aumentou de 25,8% para 27,1%. Paralelamente, caiu a parcela de empresas que preveem piora, de 29,9% para 18,6%.

Em sentido oposto, houve um recuo de 1,2% no Índice da Situação Atual (ISA) com a pontuação em 79,3, a menor marca desde março de 2009 (78,5). Essa queda reflete o indicador de nível de estoques com baixa de 1,2% e 85,5 pontos, o menor nível desde março de 2009 (84,5). Para 14,6% das empresas ouvidas, os estoques estão excessivos ante 14,1% que demonstraram essa avaliação na enquete passada. Quanto à parcela que consideraram os estoques insuficientes houve diminuição, de 1,4% para 0,1%.

A pesquisa também detectou que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu de 83% para 82%, o mais baixo desde agosto de 2009 (81,2%).

Abertura de empresas sobe 4% no mês e 2,1% no acumulado do ano, diz Serasa

Fonte: Uol

O número de abertura de empresas no país aumentou 4% em setembro, na comparação com agosto, segundo levantamento da Serasa Experian. De acordo com a entidade, foram criados 174.517 negócios em setembro, ante 167.809 no mês anterior.
No acumulado de janeiro a setembro, o total de novos negócios foi de 1.457.956. Este número representa um avanço de 2,1% frente ao mesmo período de 2013, quando foram abertas 1.427.442 empresas.
Economistas da Serasa afirmam que o número de dias úteis além do usual em setembro (22 dias) e o crescente movimento de formalização dos negócios no país explicam o crescimento do número de empresas surgidas no mês passado.

Microempreendedores individuais são maioria entre novas empresas

O grupo dos microempreendedores individuais representa o maior número de empresas criadas em setembro: 125.728, alta de 3,2% sobre agosto (121.806), segundo o levantamento.
Os microempreendedores individuias também lideram a abertura de negócios ao longo do ano. Do total de empresas criadas entre janeiro e setembro, 72,3% (1.053.609) pertencem a esse grupo.
Em quatro anos, os microempreendedores individuasi passaram de quase metade do total de novas empresas (45,9%, em 2010) para 72,3% no último levantamento, de acordo com a Serasa.

Seviços lidera abertura de negócios por setor

O setor de serviços é o mais procurado por quem quer empreender. De janeiro a setembro, 860.180 empresas surgiram neste segmento, o equivalente a 59% do total.
Em seguida vem o comércio, com 460.966 novas empresas (31,6% do total). Na indústria, foram criados 122.711 negócios (8,4% do total) neste mesmo período.
Segundo a Serasa, houve um crescimento constante na participação do setor de serviços no total de empresas que nascem no país nos últimos cinco anos. Esta participação aumentou seis pontos percentuais de 2010 (53%) para 2014 (59%).
Por outro lado, a participação do comércio no total de empresas que surgem no país tem recuado. De 35,6%, em 2010, passou para 31,6% nos nove primeiros meses de 2014. Já a participação da indústria se mantém estável.
Para o levantamento, a Seresa considerou a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) consultados pela primeira vez à base de dados da própria entidade.

Veja o que fazer com o 13º para sair do vermelho e iniciar 2015 no azul

Fonte: Uol Economia

O final de ano é, naturalmente, um período de ganhos e gastos extras. Na euforia das comemorações, o desejo de presentear parentes e amigos e o sonho de viajar nas férias podem ser comprometidos pela falta de planejamento financeiro para essas despesas e para aquelas que chegam junto com o ano novo, como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, entre outras.
Por isso, essa época é ideal para promover uma "faxina financeira" no orçamento, diagnosticar a atual situação das contas e decidir o que fazer com o décimo terceiro salário, que pode ser uma mão na roda para os consumidores.
Segundo o educador financeiro, Reinaldo Domingos, o ideal é que esse benefício chegasse como um bônus para realização de satisfações pessoais, como um presente. "No entanto, muita gente aguarda o benefício ansiosamente para cobrir o desequilíbrio financeiro. Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma de empréstimo para quitar dívidas ou amenizá-las."
O problema de utilizar o 13º salário para pagar dívidas, é que com essa atitude, só estará mascarando o real e verdadeiro problema: a ausência de educação financeira. Domingos explica que o endividamento é um problema que tem de ser resolvido com o próprio salário. "Ou seja, com a redução nos gastos. É muito provável que pessoas que estejam nessa situação não estejam respeitando o próprio padrão de vida", afirma.
Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos.

"Portanto, antes de ir compulsivamente às compras de fim de ano, faça um diagnóstico da sua situação financeira", explica o educador. A dica é relacionar todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas e investigar para onde está indo a sua renda. Dessa forma, é possível saber quais são os gastos supérfluos que podem ser eliminados. 

Aqueles que não estão endividados e numa situação mais confortável, de equilíbrio financeiro, mas ainda não tem o hábito de poupar podem aproveitar o décimo terceiro para iniciar uma reserva e manter essa prática de poupar.

Para quem já tem perfil investidor, o décimo terceiro é oportunidade para incrementar o investimento. Destine 50% para alguma aplicação que a pessoa já possua e outros 50% pode servir para planejar um salto em direção à sua independência financeira, investindo, por exemplo, em previdência privada.

terça-feira, 28 de outubro de 2014


Inadimplência das empresas tem alta de 13,4% em setembro

Fonte: Agência Brasil

A inadimplência das empresas registrou alta de 13,4% em setembro, na comparação com igual período do ano passado, informa a empresa de consultoria Serasa Experian, divulgado hoje (28). É a maior alta desde outubro de 2012, quando índice ficou em 13,8%. Em relação a agosto, no entanto, houve queda de 0,5%. Já no acumulado de janeiro a setembro, o indicador também registra elevação de 7,4% em relação aos nove primeiros meses do ano passado.

Os economistas da Serasa Experian creditam o resultado ao fraco desempenho da atividade econômica, que prejudica a geração de caixa das empresas. Eles destacam também a elevação dos custos, tanto financeiros quanto operacionais, como fator que leva ao endividamento. Entre as despesas que prejudicam a saúde financeira das empresas, os economistas destacam os juros em patamares mais elevados e o aumento dos salários, acima dos ganhos de produtividade.

A leve queda mensal no indicador (-0,5%) foi influenciada principalmente pelo decréscimo das dívidas de cheques sem fundos, com variação negativa de 11,9%. As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) também tiveram declínio de 0,2%. A inadimplência com bancos, por sua vez, ficou relativamente estável, variação de 0,1%. Houve elevação apenas no segmento de protestos com alta de 6,8%.

O valor médio dos cheques sem fundos caiu 6,2% no acumulado de janeiro a setembro ante igual período do ano passado, ficando em R$ 2.297,56. Também houve decréscimo (2,7%) no valor das dívidas com os bancos (R$ 4.934,87). Os títulos protestados (9,8%) e as dívidas não bancárias (7,3%), por outro lado, tiveram acréscimo nos valores, ficando em R$ 2.254,12 e R$ 867,56, respectivamente.

Cursos presenciais e à distância vão capacitar 2.500 pequenos negócios

Fonte: Agência Sebrae

O Sebrae e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) assinam nesta terça-feira (28), às 11h30, na sede do IEL, em Brasília, um convênio de cooperação técnica e financeira para a capacitação de pequenos negócios em todo o Brasil. Com validade de 36 meses, o convênio tem o objetivo de capacitar, por meio de cursos presenciais e à distância, 2.500 pequenos negócios em gestão empresarial.

“Esse convênio surge a partir dos bons resultados de parcerias anteriores entre as duas instituições e traz para o Sebrae uma expertise quanto à capacitação de média e de longa duração”, afirma Mirela Malvestiti, gerente da Unidade de Capacitação Empresarial (UCE) do Sebrae Nacional. “Acreditamos que essa parceria vai contribuir não só para a atração de novos clientes, mas também como um excelente acesso destas empresas às soluções do Sebrae, como o Programa Sebrae Mais, que possui um caráter prático, de rápida implementação e alto impacto”, acrescenta.

Com a assinatura do convênio, será formado um comitê nacional entre representantes das duas instituições para validar os conteúdos que estarão disponíveis em todos os Estados. A ideia é oferecer cursos entre 40h e 360h de duração a partir de quatro eixos temáticos: Mercado, Gestão de Pessoas, Gestão de Processos e Gestão de Projetos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Empresas sócias da CDL Santa Cruz do Capibaribe têm vantagens

A CDL Santa Cruz do Capibaribe oferece uma série de benefícios para seus associados. Dentre eles, o uso dos auditórios para treinamentos, seleções, palestras, enfim, seja qual for o evento e a sua empresa não tem local adequado para realizar um encontro com os seus colaboradores, a CDL disponibiliza, gratuitamente esse espaço para você, desde que a sua empresa seja associada da entidade.

Hoje, por exemplo, alguns colaboradores da Espaço dos Calçados estão tendo um treinamento no auditório 1 da CDL Santa Cruz do Capibaribe, treinamento este ministrado pelo gerente executivo da empresa, Fernando. Seja sócio da CDL e tenha um mundo de vantagens para a sua empresa.



Dica SPC Brasil

Indique pessoas diferentes para as funções de atendimento e cobrança. Não corra o risco de desgastar o relacionamento dos seus vendedores devido as cobranças de pagamento.

Campanha Natal Show de Prêmios: Entre em contato com a CDL Santa Cruz do Capibaribe e solicite a visita de um consultor comercial da campanha


A campanha Natal Show de Prêmios da CDL Santa Cruz do Capibaribe já está nas ruas e recebe adesões dos empresários da Capital das Confecções. A campanha Natal Show de Prêmios já é muito tradicional e também é considerada a maior promoção da cidade, fazendo vários ganhadores todos os anos. Sendo uma promoção de iniciativa de todos os empresários associados da CDL Santa Cruz do Capibaribe e vem se consolidando ao passar dos anos.

Este ano, serão sorteadas cinco motos e para participar o lojista precisa entrar em contato com a CDL, através do telefone (81) 3731-2850, e solicitar a presença de um dos consultores comerciais da entidade. Aderindo a campanha, você, além de ajudar a aquecer as suas vendas no final do ano, ainda possibilita aos seus clientes ganharem motos. Já o cliente para participar, precisa comprar acima de R$ 30, pois a cada compra neste valor ele ganha um cupom, preenche e coloca na urna para participar do sorteio que acontecerá em janeiro de 2015.

Ingressos na CDL ou na ASCAP ao preço de 50 reais


Maceió traz solução criativa para falta de troco

Fonte: NE10

Segundo o Banco Central, a cada 10 moedas em circulação, só seis são usadas no dia a dia. / Foto: USP Imagens
As moedas (ou a falta delas) são um problema para lojistas e consumidores, em especial no fim do ano, quando o movimento cresce. Mas o mercado tem se inovado para criar soluções para a falta de troco ou para aqueles que não gostam de carregar moedinhas. Algumas trocam metal por papel, outras podem ser consideradas os novos cofrinhos dos poupadores.
Segundo o Banco Central, a cada 10 moedas em circulação, só seis são usadas no dia a dia. Outras quatro estão guardadas. Há 112 moedas por brasileiro - ou R$ 28. Mas a maioria (39%) carrega diariamente entre R$ 2 e R$ 3 em moedas.
Há ao menos duas soluções no mercado que ajudam o consumidor. O Piggo, que oferece troco virtual em vez de moedas, e o CataMoeda em que se pode trocar moedas por notas, cupons ou doações a instituições de caridade.
Morador de Maceió, o CEO da startup Piggo, Bruno Peixoto, percebeu o problema das moedas em janeiro de 2013 ao comprar um iogurte natural por R$ 8 que, no dia seguinte, passou a valer R$ 9. "O vendedor estava desesperado porque não sabia como conseguiria moedas de R$ 1 para dar o troco", lembra.
Em setembro, o Piggo passou a operar nas lojas. Agora, no lugar de devolver moedas de troco, o comerciante pode oferecer um depósito em uma conta virtual do Piggo, em nome do cliente. Pela internet, o consumidor pode verificar o saldo, recarregar o celular, transferir para outra conta Piggo ou conta bancária ou fazer uma doação.
Se aceitar receber o troco pelo sistema Piggo, o comprador recebe um código para depois acessar a internet, se cadastrar e passar a movimentar o dinheiro. O troco pode variar de R$ 0,01 a R$ 50. Não há custos de manutenção da conta e nas movimentações.
"Só se a pessoa transferir o dinheiro para uma conta bancária no valor abaixo de R$ 100 é cobrada uma taxa de R$ 3. Se for mais de R$ 100 não há tarifa", explica Peixoto. O modelo incentiva o comprador a acumular trocos até somar mais de R$ 100 e não pagar nada pela transferência. Para o comércio, veio como uma solução para a falta de troco. "No fim de ano este problema se agrava, ainda mais em Maceió, uma cidade turística, onde tem muita gente gastando com papel-moeda. Tem comerciante que vai comprar moedas na igreja", diz.
MOEDAS POR CUPONS - No sul do País, em Florianópolis, nasceu o CataMoeda, que estimula o consumidor a deixar as moedas em máquinas localizadas no comércio e receber cupons com um bônus entre 2% a 5%. 
"Se a pessoa deposita R$ 10 em moedas, recebe um cupom de até R$ 10,50, que pode ser gasto na loja ou, em alguns casos, em toda a rede da marca", diz a gerente de marketing da startup, Natália Izidoro. Há a opção de doar o dinheiro a instituições e, desde este mês, trocar as moedas por notas, mas sem nenhum bônus. "Quem define a porcentagem do bônus no caso do cupom ou se a máquina também pode trocar moeda por dinheiro é o comerciante", afirma Natália.
A ideia do CataMoeda surgiu após uma viagem de três anos do empresário Victor Levy. "O Brasil é um dos países com mais caixas eletrônicos do mundo, mas antes do CataMoeda não existia um terminal que aceitasse moedas em grandes quantidades", comenta. Atualmente, há 166 mil caixas eletrônicos no País. Uma das fontes de inspiração de Levy, que já havia morado nos EUA antes da viagem, foi a Coinstar, empresa norte-americana que troca moedas por crédito no iTunes, outros serviços ou mesmo dinheiro. No caso na Coinstar, porém, para trocar por dinheiro é cobrada uma taxa de 10,9%. Para usar o CataMoeda não há custo. 
As moedas ficam na própria loja, já separadas nos tubos da máquina. Em um ano de funcionamento, já foram coletadas 5,6 milhões de moedas ou R$ 1,4 milhão. A maioria da coleta (80%) é de moedas de R$ 0,05, R$ 0,10 e R$ 0,25. 
O comerciante paga aluguel de R$ 490 a R$ 750 por mês ao CataMoeda para ter a máquina, manutenção e atualizações de software. Levy garante que vale a pena, já que, fora conseguir troco, fideliza o cliente que, após trocar moedas, ganha cupons para gastar na própria loja. "Estamos desenvolvendo uma máquina menor agora para comércios com menos espaço, como lojas de conveniência", diz.
ONDE ENCONTRAR - O sistema Piggo está em 22 lojas de Maceió. "O sistema, porém, está pronto para rodar em qualquer lugar", diz Peixoto. Quando atingir 100 lojas, o Piggo buscará expandir a região. No caso do CataMoeda, que desenvolve não só o sistema operacional, mas o hardware das máquinas, há 38 comércios parceiros. Está em Santa Catarina, São Paulo, no Paraná, Rio Grande do Sul, em Goiás e Minas Gerais. Os novos pontos de troca de moeda são atualizados no site da empresa.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Câmaras setoriais de atacadistas têxteis e de representantes da Confecção da CDL Santa Cruz do Capibaribe se reúnem para traçar metas de atuação para ambas

Os representantes comerciais da confecção reuniram-se nesta terça-feira (22), com os empresários atacadistas têxteis, ambos das Câmaras Setoriais da CDL Santa Cruz do Capibaribe para discutirem ações pertinentes ao mercado têxtil da cidade e região.

A reunião foi bastante produtiva, pois foram colocados os problemas em comum referente a comercialização da cadeia têxtil no polo de confecções, problemas como de comunicação entre os agentes da cadeias, ou seja, representante/fornecedor/atacadista, no que se refere as questões de inadimplência e responsabilidades, outro fator discutido foi a demora na entrega dos títulos (chegues) aos fornecedores, prejudicando o fluxo de caixa e capital de giro das industriais, também discutimos a cultura da informalidade, prejudicial a toda cadeia. Além se assuntos diversos objetivando pensar os problemas e oportunidades do polo de confecções.

Diante dos problemas apresentados, os representantes comerciais se comprometeram em repassar os cheques com uma agilidade maior para os confeccionistas, a fim de que os mesmos possam gerir melhor seu capital de giro com mais rapidez e eficiência,  melhorando as finanças da cadeia têxtil e vestuário, dando mais liquidez.

Por sugestão dos atacadistas têxteis, os representantes se comprometeram ainda a fazer uma melhor avaliação dos clientes por parte dos representantes, no que se refere à concessão de crédito, para que possamos minimizar a inadimplência tão prejudicial a cadeia têxtil e vestuário do Polo de Confecções.




quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Atraso de empresas avança: Pesquisa do SPC Brasil e do CNDL mostra alta de 6,22% no número de companhias inadimplentes em setembro

Fonte: DCI - Diário do Comércio e da Indústria

O número de empresas inadimplentes apresentou novo crescimento no mês de setembro, mas a alta foi menos intensa do que a verificada em períodos anteriores.
Segundo indicador calculado pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a quantidade de empresas com contas em atraso avançou 6,22% na comparação com setembro de 2013. Trata-se da menor alta dos últimos sete meses. Já na comparação com o mês imediatamente anterior o resultado foi de queda: retração de -0,51% na comparação entre setembro e agosto deste ano.
O recuo da inadimplência das empresas na base mensal de comparação representa a primeira variação negativa em 10 meses e a queda mais intensa observada para os meses de setembro de toda a série histórica, iniciada em janeiro de 2010.
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a melhora do indicador de inadimplência da pessoa jurídica tem relação direta com o movimento de pessoas físicas com dívidas em atraso. Em setembro deste ano, o indicador que mede a evolução dos consumidores devedores mostrou um recuo de 1,14%.
"Uma vez que mais consumidores pagaram seus atrasos no mês, a saúde financeira das empresas pode ter sido positivamente afetada, o que permitiu que o número de pessoas jurídicas com pendências também caísse", explica.
Em relação ao tempo de permanência das dívidas na base de registros do SPC Brasil, o detalhamento revela um movimento de queda mensal mais intenso das pendências financeiras das companhias com menos tempo de atraso (até 180 dias).

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

João Carlos Paes Mendonça apresentará sua trajetória empreendedora em Santa Cruz do Capibaribe

Contribuir para um mundo melhor é uma das tarefas essenciais de todo cidadão ou toda empresa com responsabilidade social. Baseado nisso é que o Rotary Club de Santa Cruz do Capibaribe está promovendo uma palestra com o empresário João Carlos Paes Mendonça, onde ele apresentará sua trajetória empreendedora e do Grupo JCPM.


O evento vai acontecer no dia 04 de novembro, às 19 horas na Cellebre Recepções. Toda renda do evento será destinada ao Lar de Idosos Irmã Dulce. O evento conta com apoio da CDL, Rota do Mar, Sign Digital e Ascap.

O ingresso custa R$ 50 reais e está sendo vendido na ASCAP e na CDL Santa Cruz do Capibaribe.