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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Artigo: Simples Nacional – Alerta para perigo!

Fonte: Jornal Contábil

O Governo parece estar disposto a fechar o cerco a empresas do Simples Nacional. O regime criado tem por objetivo cumprir um dever constitucional que é o de dar tratamento diferenciado à microempresas e empresas de pequeno porte, tanto no que diz respeito a questões tributárias quanto a questões gerais (legais).
Diante disso, elaborou-se um cenário bastante favorável à essas empresas no país. Contudo, o regime que tem por nome Simples, de simples não tem nada, especialmente na questão tributária. Já começava – até alteração recente na legislação – impedindo certas atividades de participarem, ainda que fossem pequenas empresas enquadradas dentro da faixa de faturamento permitido, R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais). Vamos dar um exemplo local, São Roque que é denominada “terra do vinho” tem muitas adegas que produzem um vinho que podemos chamar de “artesanal”, a exemplo de Jundiaí que também tem vários produtores. Pois bem, essas empresas mesmo com faturamento dentro do limite, são tratadas pela legislação tributária como se fossem grandes indústrias produtoras, têm a mesma carga tributária e não tem o direito de ingressar no regime.
Injustiças à parte, vamos ao foco deste artigo. Em 2008, houve uma alteração na legislação do Simples Nacional, entre diversas coisas uma alteração que chamou a atenção foi de que o proprietário de empresa no Simples Nacional, se administrador de outras empresas deveria somar o faturamento dessas outras ao faturamento da sua empresa para verificar se a somatória fica dentro do limite permitido pelo Simples Nacional, citado acima.
Para entender, um cidadão pode ter quantas empresas quiser e todas estarem no regime do Simples Nacional, desde que a somatória de todos os faturamentos não ultrapassem o limite do regime. Isto é o que estava posto. Contudo, com esta alteração, não há mais a necessidade de ser proprietário de empresas, basta ser administrador para que a regra tenha o mesmo valor. A Receita alegou que fez isso porque vários empresários, para burlar o regime, abriam várias empresas no nome de parentes e eram por estes nomeados administrador, assim, controlavam todo o negócio. Na prática um cidadão tinha uma empresa, dentro do limite, e era administrador de várias outras que estavam em nome de familiares e que a Receita suspeita serem apenas “laranjas”.
O problema disso é que, como sempre, por causa das atitudes dos “maus”, os “bons” também pagam. Imaginem um sujeito que tem uma pequena empresa, enquadrada no regime e que tem funcionários trabalhando por ele e que ele de fato administra uma outra empresa qualquer, neste caso, será penalizado e não está fazendo nada de errado. Típico exemplo de que no direito tributário a máxima se aplica “in dubio pro fisco”, ao contrário do direito penal.
Bom, mas, vamos ao ponto. Até então a Receita não tinha meios para saber se uma pessoa física era administradora de uma pessoa jurídica. Portanto, a regra estava na Lei mas, não era aplicada. Agora, ela tem!
Por força de Lei, a partir de Dezembro de 2014 os Cartórios, ao lavrarem uma procuração deverão informar à Junta Comercial que, por consequência, transmitirá a informação à Receita Federal.
Fica o alerta para as empresas optantes pelo Simples Nacional para que estejam cientes de que a outorga de procuração para pessoas que não fazem parte do seu quadro societário, dando-lhes poderes para agir em nome da empresa poderá ocasionar a exclusão do regime. Bem como se seu sócio participar como administrador de outra empresa. 

Novas datas para a série de Oficinas SEI do SEBRAE que serão desenvolvidas na CDL de Santa Cruz do Capibaribe


Oficina Sei Vender foi aplicada na CDL Santa Cruz do Capibaribe


Os empreendedores de Santa Cruz do Capibaribe tiveram mais uma oportunidade de aprender ou se qualificar sobre como administrar suas vendas. É que a CDL, em parceria com o SEBRAE, promoveu mais uma edição da série de oficinas do Sei, desta vez, o foco foi nas vendas, onde o consultor Mário Acioli, apresentou técnicas relevantes sobre a temática de vendas para os participantes.






Inadimplência das empresas volta a crescer em março e registra alta de 7,04%, aponta o SPC Brasil

Fonte: Ascom SPC Brasil

O número pessoas jurídicas inadimplentes voltou a acelerar em março deste ano e cresceu 7,04%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. O levantamento é do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Além do aumento no número de empresas inadimplentes, a aceleração atingiu também a variação da quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas (6,36% a mais em março deste ano, em relação a março do ano passado). 

"A atual situação da economia brasileira tem gerado um ciclo vicioso, difícil de interromper. Como a inflação e as taxas de juros estão altas, as vendas caem e as empresas empregam e investem menos. Os efeitos negativos são percebidos nas quedas das vendas no varejo e na produção industrial. Dessa forma, temos queda de confiança tanto do empresário, quanto do consumidor. Esse resultado se traduz em inadimplência de ambas as partes, como os indicadores têm apontado", analisa o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Além da piora na conjuntura econômica brasileira, os dados refletem também a menor base de crédito da economia que impede que a aceleração seja ainda mais pronunciada. Os números apurados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostraram queda acumulada em 12 meses de 14% na produção de bens de capital. Esses produtos, na avaliação dos economistas, compõem boa parte dos investimentos das empresas e o forte recuo mostra que os investimentos, a maioria dependente de financiamentos, também têm caído. 

Alta anual de 6,36% nas dívidas em atraso 

O total de dívidas em atraso de pessoas jurídicas registrou alta anual de 6,36% em março de 2015, voltando ao nível que já havia sido verificado em dezembro de 2014 (6,45%), quando foi registrado o maior crescimento anual desde setembro de 2013. 

Para a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, mesmo com essa piora constante no indicador de dívidas em atraso, ainda é cedo para afirmar que se trata de uma tendência explícita. "Os dados de dívidas ainda estão muito voláteis. Desde meados de 2014, as variações estão bem parecidas e influências opostas. Então, ainda é cedo para dizer em tendência anunciada de piora", completa Kawauti.

Alta de 7,92% no Nordeste supera a média nacional 

A pesquisa apresentou também o número de dívidas por região em que reside o devedor. O principal destaque veio do Nordeste, que apresentou uma forte alta anual de 7,92% em março de 2015 e foi a única região com crescimento acima da média nacional. Em seguida, vem a região Sudeste que registrou crescimento de 5,47% no número de dívidas não pagas. Por outro lado, a região com crescimento anual mais modesto foi o Centro-Oeste, com alta de 3,00%. 

"Por ser uma região que cresceu muito e de forma acelerada na última década, o Nordeste ainda está aprendendo a lidar com os novos instrumentos de financiamento", justifica a economista sobre a alta variação anual da região.

Na variação por segmento, Serviços (que inclui Bancos, Transporte, Alimentação e Hotelaria, Educação e Serviços domésticos), apesar de não ter sido a categoria com maior alta, ganha destaque por ter sido o setor que mais contribuiu com a alta do número de dívidas em atraso de empresas: 3,19%. Este segmento apresentou alta de 4,43% no número de pendências e teve participação de 70,67% junto ao total de compromissos não pagos em todo o país. Mas a análise mostra que, no caso das empresas devedoras, todos os segmentos apresentaram alta anual da inadimplência, com exceção à divisão outros.

Segundo Kawauti, a variação anual do segmento Serviços é baixa por ser um setor com grande participação. "Esta categoria desenvolve atividades maduras, como os bancos, que já têm um alto índice de inadimplência. Então, não é qualquer variação que reflete nos gráficos do levantamento, as dívidas deveriam crescer significativamente para mudar os dados do estudo", completa a economista.


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Parabéns

A CDL Santa Cruz do Capibaribe ofereceu na manha desta quinta-feira (23), um café da manhã para seus colaboradores, em alusão a comemoração do aniversário de Tais Figueiroa, Secretária do Sindilojas. Este tipo de evento, tanto serve para festeja a idade nova da colaboradora, mas também para demonstrar carinho e respeito pelos profissionais que atuam na CDL. À Tais, os mais sinceros votos de felicidade, saúde e muita paz, é o que desejam todos seus colegas de trabalho. Parabéns!





Oficina sei controlar o meu dinheiro


Os empreendedores de Santa Cruz do Capibaribe e região estão tendo uma ótima oportunidade de se aperfeiçoar. É que a CDL local, em parceria com o SEBRAE está ofertando uma série de oficinas do programa SEI do SEBRAE, onde possibilita aos micro e pequenos empreendedores uma forma de conhecimento de forma prática e rápida.

A oficina oferecida na noite desta quarta-feira (22), foi “Sei Controlar o Meu Dinheiro”, onde a consultora apresentou dicas importantes para os participantes.

Confira a programação para as próximas oficinas:

  • 23/04/2015 : 19h às 22h, SEI Vender;
  • 29/04/15 -19h às 22h,  SEI Empreender;
  • 30/04/2015 : 19h às 22h, SEI Planejar;
  • 06/05/15 -19h às 22h, SEI Controlar Meu Dinheiro;
  • 07/05/2015 : 19h às 22h, SEI Vender.

Para participar, a pessoa deve se dirigir até a sede da CDL, pagar uma taxa de 10 reais por oficina e se inscrever. 
Mais informações: (81) 3731-2850

Câmara Setorial de Butiques vai realizar evento de beleza

A CDL Santa Cruz do Capibaribe, através da Câmara Setorial de Varejistas de Vestuário e Acessórios da Moda, vai realizar no dia 7 de maio o evento “Papo com Beleza”. A realização do “Papo com beleza” tem o objetivo de promover uma noite diferente para as mulheres de Santa Cruz do Capibaribe, apresentando uma programação que proporcione descontração e conhecimento, com dicas de beleza, moda e motivação.

No evento serão discutidos pontos como valorização da imagem feminina e dicas de maquiagem, além de palestra motivacional. O evento será realizado à noite, das 19h às 22h do dia 07 de maio de 2015, no Glamour. Serão ministradas 03 mini-palestras de 30 minutos cada, sempre com espaço para interação com o público e uma maquiadora disponível ao final de cada palestra.  Haverá também dicas de moda em showroom com Looks das lojas participantes.

Para quem quiser participar do evento, os ingressos estarão a venda, ao preço de 20 reais nas butiques participantes. Mais informações: 3731-2850.

Tivoli vai promover curso de iniciação ao vinho

O restaurante Tivoli, de propriedade do empresário Hideraldo Abrantes, está promovendo o curso de iniciação ao vinho, com o sommelier Agostinho Lopes. O curso vai acontecer no dia 7 de maio, das 8 às 22 horas, no próprio restaurante. O investimento é de 100 reais. Para fazer a sua inscrição, basta se dirigir ao restaurante Tivoli ou na CDL, entidade parceira do evento. 


Dicas SPC Brasil

Durante a inflação em que vivemos, os preços costumam subir. Desde produtos, serviços e materiais; até os seus concorrentes aumentam os preços. Porém, caso você não queira passar esse custo apenas para o seu consumidor final, a dica é negociar os ajustes junto aos seus fornecedores. Assim o impacto da inflação será menor em suas vendas.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Hoje tem Oficina do SEI na CDL de Santa Cruz do Capibaribe

A CDL Santa Cruz do Capibaribe, em parceria com o SEBRAE, está oferecendo uma série de oficinas SEI na Capital das Confecções. 


Confira abaixo a programação para os próximos dias:
  • 22/04/15 -19h às 22h, SEI Controlar Meu Dinheiro;
  • 23/04/2015 : 19h às 22h, SEI Vender;
  • 29/04/15 -19h às 22h,  SEI Empreender;
  • 30/04/2015 : 19h às 22h, SEI Planejar;
  • 06/05/15 -19h às 22h, SEI Controlar Meu Dinheiro;
  • 07/05/2015 : 19h às 22h, SEI Vender.

Para participar, a pessoa deve se dirigir até a sede da CDL, pagar uma taxa de 10 reais por oficina e se inscrever. 
Mais informações: (81) 3731-2850

56% dos consumidores quitam as dívidas após serem procurados pelos credores, diz SPC Brasil

Fonte: Ascom SPC Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz identificou as estratégias de cobrança mais utilizadas pelas empresas para receberem os pagamentos pendentes. O estudo revela que oito em cada dez (83%) dos entrevistados afirmam terem sido cobrados pelos credores em decorrência das dívidas que os deixaram com nome sujo. A taxa de sucesso da cobrança, ou seja, o número de entrevistados que quitaram as dívidas após o contato é 56%.

Quando analisada em setores específicos, a taxa de sucesso aumenta entre as empresas de internet (70%) e escola ou faculdade (64%) e as negociações que menos resultam em acordo são as de cartão de crédito (43%).
Entre os meios utilizados para a comunicação entre a empresa e consumidor, o envio de carta é o mais frequente (31%), principalmente no caso de conta de água (91%). Outros meios são a conversa com o cobrador por telefone (16%, ou 52% no caso de escola ou faculdade), e o e-mail (16%, ou 51% na conta de TV a cabo).
 
18% dos entrevistados sentem constrangimento ao receber cobrança
A pesquisa indica que a cobrança é um momento desconfortável para os consumidores. Perguntados sobre como se sentiram, 18% relataram constrangimento ao serem cobrados pelas empresas. Os sentimentos de humilhação, irritação e desrespeito tiveram o mesmo percentual de citações (6%). 
Quanto à postura do credor, 38% dos entrevistados a consideram respeitosa. Porém, 16% dos consumidores notam um comportamento frio por parte do profissional encarregado de fazer a cobrança, e 12% sentiram uma postura agressiva. 
"Muitas vezes essa impressão negativa se deve ao número de contatos (média de 10) e aos fortes argumentos utilizados pelos credores na hora da cobrança", explica Vignoli. "O argumento mais utilizado, em 37% dos casos, é a possibilidade do consumidor ficar com o nome sujo e inserido em cadastros de proteção ao crédito se a dívida não for paga". Outras fortes estratégias usadas pelos cobradores e mencionadas na pesquisa são a possibilidade de protesto em cartório (19%) e, em último caso, a possibilidade do consumidor ser acionado judicialmente (17%).
 
62% dos consumidores querem diminuir valor das dívidas
Segundo a pesquisa, 84% dos consumidores que não quitaram sua pendência após o contato de cobrança tentaram negociar as dívidas. Durante as negociações, os pedidos mais frequentes são por valores menores (62%) e número diferente de parcelas (10%). Ao aceitar uma proposta de negociação, os fatores de maior motivação são o valor da prestação (30%), a redução significativa do valor da dívida para o pagamento parcelado (29%) e o desconto para pagamento à vista (21%). 
Quando consegue quitar a dívida, a maior parte dos entrevistados (63%) relata o sentimento de alívio. "Os dados da pesquisa revelam que o consumidor tenta negociar as dívidas e encontrar um acordo. Isso é essencial para que o planejamento mensal seja efetivo e a vida financeira entre nos eixos e saia do vermelho", explica o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.
 
Dicas para uma boa negociação das dívidas
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, é importante que a iniciativa de tentar negociar a dívida também parta do consumidor. "Mas antes deve existir um planejamento para saber quais dívidas são mais importantes pagar primeiro e aí então negociar com a empresa credora", diz. "Antes de tudo o consumidor tem que conhecer a fundo os próprios gastos e sua renda para saber quanto pode disponibilizar para o pagamento do total da dívida ou das parcelas mensais", explica. Algumas dicas da economista para uma boa negociação:
 
•      Tentar uma portabilidade da dívida, considerando taxas de juros mais baixas: "as taxas do cartão de crédito (média de 260% ao ano) e do cheque especial (média de 158% ao ano) são muito altas e é possível trocar essas dívidas por um empréstimo pessoal. Mas é importante estar atento às parcelas do empréstimo e honrar o pagamento delas - 48% das pessoas que renegociaram as dívidas estão com as parcelas atrasadas".
•   Reservar uma parte da renda para o pagamento das dívidas, e caso não haja renda, vender bens como automóveis e eletrônicos para usar o dinheiro: "O consumidor deve ir à negociação já com uma reserva financeira para pagar, independente de como será a negociação. Muitas vezes o credor aceita uma ótima negociação, mas com início imediato, e o consumidor perde a oportunidade por não ter se planejado anteriormente".
•     Não ter vergonha ou medo do gerente do banco ou do responsável pela cobrança. "Segundo os dados da pesquisa, menos de 20% das pessoas que renegociaram a dívida fizeram contraproposta aos credores. O consumidor deve ser firme e conversar com o credor o quanto antes. Mesmo que o problema seja muito antigo, vale a pena negociar com o gerente ou empresa credora para conseguir descontos e menores taxas de juros. "O banco sempre tem interesse em negociar, por isso é importante não desistir e ir atrás".
Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz identificou as estratégias de cobrança mais utilizadas pelas empresas para receberem os pagamentos pendentes. O estudo revela que oito em cada dez (83%) dos entrevistados afirmam terem sido cobrados pelos credores em decorrência das dívidas que os deixaram com nome sujo. A taxa de sucesso da cobrança, ou seja, o número de entrevistados que quitaram as dívidas após o contato é 56%.

Quando analisada em setores específicos, a taxa de sucesso aumenta entre as empresas de internet (70%) e escola ou faculdade (64%) e as negociações que menos resultam em acordo são as de cartão de crédito (43%).

Entre os meios utilizados para a comunicação entre a empresa e consumidor, o envio de carta é o mais frequente (31%), principalmente no caso de conta de água (91%). Outros meios são a conversa com o cobrador por telefone (16%, ou 52% no caso de escola ou faculdade), e o e-mail (16%, ou 51% na conta de TV a cabo).

18% dos entrevistados sentem constrangimento ao receber cobrança

A pesquisa indica que a cobrança é um momento desconfortável para os consumidores. Perguntados sobre como se sentiram, 18% relataram constrangimento ao serem cobrados pelas empresas. Os sentimentos de humilhação, irritação e desrespeito tiveram o mesmo percentual de citações (6%).

Quanto à postura do credor, 38% dos entrevistados a consideram respeitosa. Porém, 16% dos consumidores notam um comportamento frio por parte do profissional encarregado de fazer a cobrança, e 12% sentiram uma postura agressiva. 

"Muitas vezes essa impressão negativa se deve ao número de contatos (média de 10) e aos fortes argumentos utilizados pelos credores na hora da cobrança", explica Vignoli. "O argumento mais utilizado, em 37% dos casos, é a possibilidade do consumidor ficar com o nome sujo e inserido em cadastros de proteção ao crédito se a dívida não for paga". 

Outras fortes estratégias usadas pelos cobradores e mencionadas na pesquisa são a possibilidade de protesto em cartório (19%) e, em último caso, a possibilidade do consumidor ser acionado judicialmente (17%).

62% dos consumidores querem diminuir valor das dívidas

Segundo a pesquisa, 84% dos consumidores que não quitaram sua pendência após o contato de cobrança tentaram negociar as dívidas. Durante as negociações, os pedidos mais frequentes são por valores menores (62%) e número diferente de parcelas (10%). Ao aceitar uma proposta de negociação, os fatores de maior motivação são o valor da prestação (30%), a redução significativa do valor da dívida para o pagamento parcelado (29%) e o desconto para pagamento à vista (21%). 

Quando consegue quitar a dívida, a maior parte dos entrevistados (63%) relata o sentimento de alívio. "Os dados da pesquisa revelam que o consumidor tenta negociar as dívidas e encontrar um acordo. Isso é essencial para que o planejamento mensal seja efetivo e a vida financeira entre nos eixos e saia do vermelho", explica o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Dicas para uma boa negociação das dívidas

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, é importante que a iniciativa de tentar negociar a dívida também parta do consumidor. "Mas antes deve existir um planejamento para saber quais dívidas são mais importantes pagar primeiro e aí então negociar com a empresa credora", diz. "Antes de tudo o consumidor tem que conhecer a fundo os próprios gastos e sua renda para saber quanto pode disponibilizar para o pagamento do total da dívida ou das parcelas mensais", explica. Algumas dicas da economista para uma boa negociação:

  • Tentar uma portabilidade da dívida, considerando taxas de juros mais baixas: "as taxas do cartão de crédito (média de 260% ao ano) e do cheque especial (média de 158% ao ano) são muito altas e é possível trocar essas dívidas por um empréstimo pessoal. Mas é importante estar atento às parcelas do empréstimo e honrar o pagamento delas - 48% das pessoas que renegociaram as dívidas estão com as parcelas atrasadas".
  • Reservar uma parte da renda para o pagamento das dívidas, e caso não haja renda, vender bens como automóveis e eletrônicos para usar o dinheiro: "O consumidor deve ir à negociação já com uma reserva financeira para pagar, independente de como será a negociação. Muitas vezes o credor aceita uma ótima negociação, mas com início imediato, e o consumidor perde a oportunidade por não ter se planejado anteriormente".
  • Não ter vergonha ou medo do gerente do banco ou do responsável pela cobrança. "Segundo os dados da pesquisa, menos de 20% das pessoas que renegociaram a dívida fizeram contraproposta aos credores. O consumidor deve ser firme e conversar com o credor o quanto antes. Mesmo que o problema seja muito antigo, vale a pena negociar com o gerente ou empresa credora para conseguir descontos e menores taxas de juros. "O banco sempre tem interesse em negociar, por isso é importante não desistir e ir atrás".

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Confira as vagas de emprego oferecidas em Santa Cruz do Capibaribe nesta segunda-feira (20)

Ocupação
Escolaridade mínima
Experiência
Vagas
Motorista entregador (moto/carro)
1º grau completo
6 meses
2
Operador de máquina de bordar
1º grau completo
6 meses
3
Embalador
1º grau completo
6 meses
2
Estampador de tecido
1º grau completo
6 meses
1
Motorista de Caminhão
1º grau completo
6 meses
2
Assistente de Vendas
2º grau completo
6 meses
1
Garçom
2º grau completo
6 meses
2


A Agência do Trabalho funciona na Avenida Maestro Alexandre, 93, Nova Santa Cruz. Mais informações você pode ligar para (81) 3731-3006.

Programação das Oficinas SEI do SEBRAE em parceria com a CDL Santa Cruz do Capibaribe

A CDL Santa Cruz do Capibaribe, em parceria com o SEBRAE, está oferecendo uma série de oficinas SEI na Capital das Confecções. 

Confira abaixo a programação para os próximos dias:

  • 22/04/15 -19h às 22h, SEI Controlar Meu Dinheiro;
  • 23/04/2015 : 19h às 22h, SEI Vender;
  • 29/04/15 -19h às 22h,  SEI Empreender;
  • 30/04/2015 : 19h às 22h, SEI Planejar;
  • 06/05/15 -19h às 22h, SEI Controlar Meu Dinheiro;
  • 07/05/2015 : 19h às 22h, SEI Vender.

Para participar, a pessoa deve se dirigir até a sede da CDL, pagar uma taxa de 10 reais por oficina e se inscrever. 
Mais informações: (81) 3731-2850


CDL fecha neste feriado de Tiradentes



A CDL Santa Cruz do Capibaribe comunica a todos os associados e comunidade em geral que a entidade será fechada na próxima terça-feira (21), em decorrência do feriado do Dia de Tiradentes. Desde já a CDL deseja a todos um bom feriado!

sexta-feira, 17 de abril de 2015


Empresários e colaboradores em mais uma oficina SEI

Em parceria com o SEBRAE, a CDL está oferecendo uma série de oficinas que irá possibilitar um maior entendimento sobre o seu negócio.

Na noite desta quinta-feira (16), os participantes puderam vivenciar a oficina Sei planejar, com o consultor Andrea Malta, do Sebrae, onde na oportunidade foi mostrado as técnicas de planejamento.

As oficinas terão continuidade na próxima semana, no dia 22, o público poderá fazer as oficinas Sei controlar o meu dinheiro, já no dia 23, será apresentada a oficina Sei vender.

Gostou da proposta? Vem participar conosco! Entre em contato pelo telefone (81) 3731-2850 e reserve a sua vaga no valor de 10 reais por oficina.




Assembleia da CDL planeja ações para 2015

Em mais uma assembleia dos diretores da CDL Santa Cruz do Capibaribe, o presidente Valdir Oliveira apresentou pontos importantes que possibilitam um crescimento ainda maior do comércio lojista da Capital das Confecções.


O presidente elencou pontos pertinentes ao fortalecimento do comércio da cidade e discutiu junto aos demais diretores os planejamentos para a realização da Campanha Natal Show de Prêmios e a criação de mais uma Câmara Setorial, desta vez, uma câmara ligado ao setor de gastronomia do município. Outro destaqu

e foi para a participação dos diretores da em mais uma Convenção Estadual do Movimento Lojista, que vai acontecer em Caruaru.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

CDL fecha neste feriado de Tiradentes



A CDL Santa Cruz do Capibaribe comunica a todos os associados e comunidade em geral que a entidade será fechada na próxima terça-feira (21), em decorrência do feriado do Dia de Tiradentes. Desde já a CDL deseja a todos um bom feriado!