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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Confiram mais fotos do Curso de Oratória da CDL Santa Cruz do Capibaribe















Desemprego bate 10,9% no 1º trimestre e atinge 11,1 milhões de pessoas

Fonte: Economia Uol

O desemprego no país atingiu, em média, 10,9% no primeiro trimestre de 2016. É o maior nível registrado pela pesquisa, que começou a ser feita em 2012.
No período, o número de desempregados no Brasil chegou a 11,1 milhões de pessoas. 
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). São pesquisadas 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. A pesquisa usa dados de trimestres móveis, ou seja, de três meses até a pesquisa.

Comparação com resultados anteriores

Entre janeiro de 2015 e março de 2016, a taxa de desemprego foi de 10,9%:
  • no trimestre anterior (out-15 a dez-15), havia sido de 9%;
  • um ano antes (jan-15 a mar-15), havia sido de 7,9%;
  • no trimestre encerrado em fevereiro (dez-15 a fev-16), havia sido de 10,2%.
O número de desempregados chegou a 11,1 milhões de pessoas:
  • no trimestre anterior (out-15 a dez-15), havia sido de 9,1 milhões (alta de 22,2%);
  • um ano antes (jan-15 a mar-15), havia sido de 7,9 milhões (alta de 39,8%);
  • no trimestre encerrado em fevereiro (dez-15 a fev-16), havia sido de 10,4 milhões (alta de 4,8%).

Três pesquisas sobre emprego

O IBGE fazia outras duas pesquisas com dados de desemprego, mas vai manter apenas a Pnad Contínua mensal, que é nacional.
A PME (Pesquisa Mensal de Emprego) media a taxa mês a mês, com base em seis regiões metropolitanas: Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A última divulgação da PME foi em março e indicou que odesemprego atingiu 8,2% em fevereiro.
A Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes) foi divulgada até fevereiro e, depois, encerrada. Segundo ela, o número de trabalhadores na indústria em 2015 caiu 6,2%, quarto ano seguido de queda e o maior tombo desde 2002, quando a pesquisa começou a ser feita.

Honório Pinheiro discute meios de pagamentos com representantes do Banco

Fonte: Ascom CNDL

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, se reuniu, nesta quarta-feira (28), com a Diretoria do Banco Central do Brasil (BACEN), em Brasília, para tratar dos principais meios de pagamentos utilizados pelo comércio, em especial, o cartão de crédito. A chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, o chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos e o diretor afirmaram que é objetivo do Banco Central ter uma regulamentação que desestimule a exclusividade.
A pauta do encontro envolveu quatro temas:
  1. A descentralização do pin pad;
  2. Quebra da exclusividade da adquirência;
  3. Possibilidade dos bancos liberarem os créditos dos lojistas num prazo menor que 28 dias, nas compras do cartão de Crédito.
  4. Liberação dos recebíveis do cartão de crédito para que os lojistas possam fazer novas antecipações do capital de giro;
Segundo os representantes do Banco Central, outros temas estão sendo discutidos em um fórum promovido pela instituição e, a partir desta reunião, o BACEN passará a convidar a CNDL e outras entidades para participarem do debate e aperfeiçoarem o mercado de cartão de crédito no Brasil.
Também estiveram presentes o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci; da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Fernando Yamada; da Associação Nacional do Comerciante de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz; além do presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Pinheiro.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Continuam abertas as inscrições para o Empretec


Expectativa de Inflação dos Consumidores cai para 10,7%

Fonte: Agência Brasil

A inflação mediana prevista pelos consumidores brasileiros para os próximos 12 meses fechou abril em 10,7%, recuando 0,4 ponto percentual em relação a expectativa de março último, que era de 11,1%. Este é o segundo recuo consecutivo do indicador, depois de 13 meses de altas.

Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Vargas (Ibre-FGV). A retração está em consonância com a conjuntura econômica atual, em franca desaceleração, e também com as medidas de ajuste adotadas pelo governo para frear a alta dos preços, informa o Ibre.

Para o economista da FGV, Pedro Costa, o indicador encerrou abril com redução. “Está importante queda no indicador de expectativa de inflação por parte dos consumidores está em sintonia com as políticas adotadas pelo governo para controlar a inflação e com a atual conjuntura de desaquecimento da economia.”

Para ele, o resultado também corrobora com as previsões e os diagnósticos feitos anteriormente, “que, após o aumento concentrado dos preços administrados no primeiro trimestre, as expectativas de alta da inflação se arrefeceriam” nos meses seguintes.

A pesquisa da FGV mostra desaceleração das expectativas de inflação em todas as classes de renda, embora a faixa de renda mais baixa continue prevendo a inflação mais alta para os 12 meses seguintes: 11,2%.

O intervalo que prevê a variação da inflação futura, entre 10% e 12%, continua sendo o mais citado pelos consumidores, “mas houve redução da frequência de citações nesta faixa, que recuou de 31,3% do total para 28% entre fevereiro e março.

quarta-feira, 27 de abril de 2016


Curso de Oratória é sucesso de público na CDL de Santa Cruz do Capibaribe

O curso de Oratória que está sendo ministrado na CDL de Santa Cruz do Capibaribe é mais um momento de qualificação profissional que está oferecido aos associados da CDL através da parceria firmada com o SEBRAE e SENAC. O intuito do curso é de melhorar o relacionamento com o cliente e, principalmente, usar a ferramenta da oratória no mundo dos negócios.
O consultor Roberval Andrade desenvolveu um programa que envolve os alunos com teoria e prática, de modo que todos os participantes estão muito satisfeitos com o curso. O projeto de qualificação e cooperação com o SEBRAE se estende por todo este ano de 2016 e muitas outras ações voltadas à classe serão desenvolvidas.

O curso teve início na segunda-feira (25) e segue até a próxima sexta-feira (29). Todos os participantes receberão certificados com 15 horas de aula atividade. 


terça-feira, 26 de abril de 2016

Parceiros da AADESC realizam Torneio Beneficente em prol da Associação

Foto: Bruno Muniz
A Associação de Assistência ao Deficiente de Santa Cruz do Capibaribe – AADESC, realizou um evento esportivo com o objetivo de angariar recursos para a entidade. O Torneio Beneficente esteve em sua 5ª Edição e reuniu modalidades como Futebol de Salão, Vôlei de Areia e Futevôlei. Aos vencedores os troféus, à AADESC, recursos que irão favorecer o andamento dos trabalhos para as crianças carentes com deficiência.


Se você deseja ajudar a AADESC, entre em contato pelo telefone: (81) 3731-3267 ou faça a sua doação em qualquer valor nas Casas Lotéricas ou em Agências da Caixa Econômica Federal. Agência: 1038 , OP 003, Conta: 317 - 9. Informação telefone: 3731-3267.

Foto: Bruno Muniz


CNC lista profissões que resistem à crise

Fonte: Agência SEBRAE



A pesquisa mostra que a profissão que mais gerou empregos foi a dos trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações, com 71,5 mil novas oportunidades. Também se destacam as vagas criadas para operadores de telemarketing, 27,5 mil, e para recepcionistas, 25,4 mil. Outras atividades do setor terciário, como prestação de serviços de alimentação, saúde e cuidados pessoais, também figuram na lista das 15 profissões que resistem à crise. “Historicamente, o comportamento do mercado de trabalho sempre esteve associado ao desempenho econômico do País. Com o pior desempenho do Produto Interno Bruto desde 1990, que caiu 3,8% em 2015, é natural que exista um recuo na demanda por mão de obra. Por outro lado, áreas relevantes para a economia brasileira, como a agropecuária e serviços, continuam gerando novas oportunidades”, analisa o economista da CNC, Fabio Bentes.

Predominância feminina

O estudo também evidencia a predominância feminina em 10 das 15 profissões destacadas. É o caso dos professores de nível médio na educação infantil (94,4%), cuidadores de crianças, jovens, adultos e idosos (90,8%) e enfermeiros de nível superior (85,3%). Do total de profissionais em atuação nos segmentos analisados, 66,6% é do sexo feminino. Já a força de trabalho masculina predomina entre os trabalhadores de cargas e descargas de mercadorias (95,7%), trabalhadores na agropecuária em geral (85,8%) e profissionais agrícolas na fruticultura (70,7%).

Maturidade

A pesquisa aponta ainda que há mais oportunidade para quem tem entre 30 e 39 anos. Das 15 profissões do estudo, 13 são ocupadas principalmente por essa faixa etária. Entretanto, caixas e bilheteiros, recepcionistas e operadores de telemarketing mostram a predominância de uma força de trabalho mais jovem – na faixa dos 18 aos 24 anos. Já os auxiliares nos serviços de alimentação se concentram entre os 40 e 49 anos.

Salário médio

Dentre as quatro profissões com maior salário médio, três acusam predominância de profissionais com nível superior, são elas: Farmacêuticos, com média salarial de R$ 3.590,00; enfermeiros de nível superior e afins, com média de R$ 4.494,00; e técnicos auxiliares de enfermagem, com média de R$ 2.015,00. Por outro lado, trabalhadores da agricultura de pequeno porte e da fruticultura revelaram menor nível de qualificação (até o 5º ano do ensino fundamental) e, consequentemente, rendimento mensal abaixo da média ao final do ano passado (R$ 1.016,65 e R$ 1.025,79, respectivamente).

Brasil e Argentina discutem ampliação do comércio e acordo automotivo

Brasília - Ministro Armando Monteiro (E) recebe o ministro da Produção da Argentina, Francisco Cabrera, para discutir comércio bilateral (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)Fonte: Agência Brasil

O Brasil e a Argentina tiveram, a primeira reunião da Comissão Bilateral destinada a ampliar o comércio entre os dois países e que foi reativada em fevereiro, em Buenos Aires. Entre os principais temas tratados, estavam os termos da renovação do acordo automotivo em vigor, que vence em 30 de junho. Em entrevista para comentar as negociações ao longo do dia, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro, voltou a defender um acordo automotivo de livre comércio com os vizinhos.

No entanto, Monteiro reconheceu que a renovação no curto prazo deve novamente basear-se em cotas de comércio. Ele expressou otimismo com a possibilidade de conseguir um "ajuste" e "condições equilibradas" em relação às que estão vigorando atualmente. 

O acordo atual prevê o sistema flex, em que o Brasil pode vender com isenção de impostos no máximo US$ 1,5 para cada US$ 1 importado do país vizinho. O governo brasileiro gostaria de ver essa margem ampliada, mas os argentinos resistem.

"Nossa posição é que havemos de encontrar, em um prazo curto, um ponto de equilíbrio que justifique essa extensão do acordo. O Brasil tem a compreensão de que precisamos ter um marco mais amplo, que tem de contemplar, também, a perspectiva de um acordo de livre comércio. Para alcançar [esse objetivo], precisamos criar condições para que [o acordo] seja um processo equilibrado e sustentável", declarou.

Armando Monteiro ressaltou que Brasil e Argentina negociam acordos respectivos de livre comércio com o México e que seria razoável, portanto, negociarem o mesmo tipo de acordo entre si.

Integração

Apesar de destacar que as proporções do sistema flex são um tema "aberto para discussão", Francisco Cabrera disse que, por enquanto, a posição dos argentinos é que elas permaneçam no patamar atual. "Ainda não modificamos esse índice", admitiu. Ele reconheceu ainda que há preocupação dos argentinos com a capacidade ociosa da indústria brasileira e com a queda nas vendas do setor automotivo.

Ele afirmou também que, com o governo de Maurício Macri, a Argentina busca aumento da integração econômica. "Entramos em processo de normalização da economia. O grau de normalização é a capacidade que tenhamos de estar integrados ao mundo", comentou.

A próxima reunião da Comissão Bilateral Brasil-Argentina está prevista para junho. De acordo com Armando Monteiro, além das discussões sobre o acordo automotivo, foram lançadas oficialmente nesta segunda-feira as negociações para um protocolo de compras governamentais no âmbito do Mercosul.

"Também estamos muito animados com a perspectiva de um acordo de cooperação e facilitação de investimentos no Mercosul", concluiu Monteiro.

segunda-feira, 25 de abril de 2016


Confira as vagas de emprego da Agência do Trabalho de Santa Cruz do Capibaribe

A semana começou com a oferta de 8 vagas de emprego oferecidas pela Agência do Trabalho de Santa Cruz do Capibaribe.

Ocupação
Escolaridade
Experiência
Vagas
Agente de microcrédito (Jataúba)
2º grau completo
6 meses
1
Auxiliar Administrativo
2º grau completo
6 meses
1
Cozinheiro
2º grau completo
6 meses
1
Mecânico de Motos
2º grau completo
6 meses
1
Auxiliar de Costura (Toritama – Pessoa com deficiência)
1º grau completo
6 meses
1
Auxiliar de Escritório (Toritama – Pessoa com deficiência)
2º grau completo
6 meses
1
Oficial de Serviços Gerais (Toritama – Pessoa com deficiência)
1º grau completo
6 meses
1
Vendedor Porta a Porta
2º grau completo
6 meses
1


A Agência do Trabalho de Santa Cruz do Capibaribe fica localizada na Rua Capitão Pedrosa, Nº 306, bairro de São Cristóvão. Telefone: 3759-8235.

Para um em cada dez inadimplentes, o empréstimo de nome resulta em restrição ao crédito, mostra SPC Brasil

Fonte: Ascom SPC Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) traçou o perfil de consumidores que estão ou ficaram inadimplentes há no máximo doze meses por terem emprestado seu nome para outra pessoa fazer compras ou tomar empréstimos. Segundo a pesquisa, um em cada dez (11,2%) ficou com o nome sujo por essa razão, principalmente por emprestar o nome para amigos (26,6%) e irmãos (21,0%).

Apesar dessa prática não ser considerada adequada para as finanças, 39,6% dos entrevistados afirmaram que o principal motivo para tomarem essa atitude de emprestar seus dados, cartão ou cheque foi o de ajudar. Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, devido a proximidade pessoal o consumidor fica sensibilizado, já que é muito mais difícil negar ajuda. “O problema é que decisões financeiras precisam ser tomadas de forma racional, e quando as emoções interferem, o julgamento do consumidor fica comprometido”, explica. “Por isso, o recomendável é pensar bastante, de preferência sem a presença da pessoa que fez o pedido, antes de tomar qualquer atitude”.

Ainda que metade (50,7%) soubesse o valor que seria gasto em seu nome por terceiros, é expressivo o percentual de consumidores que não tinham conhecimento (28,5%). Oito em cada dez (79,2%) ainda afirmam não saber o valor pago pela dívida realizada por outras pessoas.

O estudo também mostra que apenas 5,3% de quem usou o nome de outra pessoa para fazer compras e o deixaram sujo pagaram integralmente a dívida. Outros 64,1% ainda estão em negociação para o pagamento e dois em cada dez (19,9%) assumiram essa pendência. Entre esses entrevistados, 29,6% teve que economizar e cortar gastos para pagar as dívidas de terceiros. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumidor que ficou inadimplente acha que a dívida não é dele e muitas vezes adia ou renega o pagamento. “Porém, ainda que ele não tenha de fato contraído a dívida, tem responsabilidade em ter emprestado o nome e a única maneira de sair dessa situação pode ser ele mesmo pagando o valor da conta em atraso”, afirma.

Apenas 11% receberam o valor integral da dívida

Além de emprestar o nome para outra pessoa e ter que arcar com a dívida, a pesquisa identificou que quase metade (44,3%) não cobrou o dinheiro gasto da pessoa. Apenas 11,5% já receberam o valor integral da dívida e 12,1% um valor parcial, sendo que 76,4% não receberam nada. A principal justificativa de quem não pagou é que não possui dinheiro para pagar (40,3%) e outros 15,1% dizem que a pessoa alegou que irá pagar quando arrumar um emprego ou tiver um aumento do salário.
Em pelo menos 69,2% dos casos, o relacionamento entre o devedor e quem emprestou o nome ficou abalado.  82,0% dos entrevistados que emprestaram o nome e ficaram inadimplentes pretendem nunca mais emprestar seus dados, cartões e cheques a terceiros.

“Emprestar o nome para amigos ou conhecidos é uma atitude solidária, mas pode estragar planos importantes de médio e longo prazo, como comprar uma casa, um carro ou investir na educação e saúde. Ao tentar ajudar uma pessoa próxima, é preciso pensar bastante antes”, analisa Kawauti. “Os resultados da pesquisa indicam que, frequentemente, quem emprestou o nome acaba se responsabilizando por uma dívida que não fez, com graves desdobramentos como a restrição ao consumo, inadimplência e até mesmo a perda da amizade de quem pediu ajuda.”, conclui.

sexta-feira, 22 de abril de 2016


Parabéns





Quem faz idade nova hoje é a colaboradora do Sindilojas-CDL, Tais Cardoso. Ela que secretaria o Sindilojas da Capital das Confecções e desenvolve um excelente trabalho. À ela, todos os votos de aplausos, carinho e desejos de felicidade pela data maravilhosa. Receba o carinho de todos nós que fazemos a CDL de Santa Cruz do Capibaribe e de toda diretoria do Sindilojas. Parabéns Taís.

CDL Jovem realiza visita técnica para conhecer modelo de gestão das Baterias Moura

Uma das maiores empresas do Agreste Pernambucano, as Baterias Moura, situada na cidade de Belo Jardim, recebeu para uma visita técnica os diretores da CDL Jovem de Santa Cruz do Capibaribe. A visita foi intermediada pelo ex-gestor, hoje Consultor, Marcos e a comitiva foi recebida pelo Analista de Gestão, Geraldo Junior, ele que apresentou todos os departamentos da produção, além do modelo de gestão implementado pela Baterias Moura.

De acordo com o presidente da CDL Jovem, Alan César, a visita foi de suma importância, pois promove o aprendizado para os jovens empresários. “Essa é uma das ações que a gente faz com muita satisfação, pois a partir desse processo de benchmarking, onde conhecemos processos interessantes em outras empresas, aguça o nosso potencial de implementar melhorias em nossas empresas e assim, podemos contribuir para o desenvolvimento do movimento lojista jovem na nossa cidade”, disse o presidente.


Ao todo foram 15 pessoas na comitiva da CDL Jovem, dentre elas o presidente da CDL Sênior, Valdir Oliveira e a executiva Katyane Amaral. Para Valdir Oliveira, ações como esta instigam o potencial empreendedor da diretoria da CDL Jovem.

Corrupção é o problema número 1, dizem empresários

Fonte: Ascom CNDL

A corrupção que assola a política nacional está na cabeça dos empresários, tanto que é considerado o problema mais importante a ser resolvido agora, segundo empresários ouvidos pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para empresários, a crise econômica é pontecializada pelos problemas políticos do País. Além do combate à corrupção, a crise política é outro problema a ser enfrentado o quanto antes, segundo 63,6% dos entrevistados.

Após esses problemas de instabilidade, há ainda as questões de saúde pública (25,2%), inflação (24,7%) e impostos elevados (23,6%).

“O fato de a crise política e econômica se posicionarem à frente de outros problemas considerados crônicos no Brasil evidencia o mal-estar generalizado do ambiente de negócios”, afirmou, em nota, a economista Marcela Kawauti.

Na visão dos proprietários de empresas consultados na pesquisa, as principais consequências do impasse político sobre a economia tem sido o aumento do desemprego (65,0%), o aumento dos impostos (63,6%) e a queda no consumo e nas vendas (59,2%).

No campo do sentimento em relação ao cenário do País, 83,3% dos empresários se dizem indignados. A vergonha apareceu em seguida, com 76,7% das menções.

Com esse cenário, quatro em cada dez entrevistados acreditam que a economia fechará este ano ainda pior do que 2015 e quase a metade (49,2%) pensa que nos próximos seis meses a situação econômica se aprofundará ainda mais. Os otimistas somam 28,4% e para 19,9% a situação deve continuar a mesma no período.

Entre aqueles que se dizem pessimistas com a economia brasileira, a principal justificativa é a falta de confiança de que a crise política seja resolvida (42,9%), seguido pela percepção da alta gravidade da crise econômica (30,3%).

Há ainda os que pensam que a inflação não será controlada e o país não retomará o crescimento (13,8%). O maior temor dos empresários para 2016 é que o país não saia da crise (41,1%), principalmente nas cidades do interior (44,1%), seguido de não conseguir pagar as dívidas (17,6%) e ser obrigado a fechar o próprio negócio (14,9%).

Mesmo em um ambiente turbulento, os empresários acreditam que há como driblar as consequências da crise. A maior parte dos empresários que respondeu a pesquisa mostra-se mais otimista quando a análise se detém apenas ao seu negócio. Quatro em cada dez (45,4%) entrevistados disseram ao SPC Brasil que as expectativas para a empresa são boas para os próximos seis meses, enquanto 27,7% esperam que o período será ruim para a sua empresa.

terça-feira, 19 de abril de 2016

AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E AS REDES SOCIAIS

Por: Marcelo Diógenes


O Direito á informação não é possuidor de caráter indiscutível, sob o manto protetor constitucional da livre manifestação de pensamento. As notícias precisam ser exploradas com veracidade e lealdade aos fatos, e não distorcidas. Isso vale também para quem publica tais informações através das redes sociais, cada vez mais acessados por milhões de brasileiros, e de forma instantânea.

No Brasil, a pesquisa brasileira de mídia de 2015 aponta que a internet está entre os principais meios de comunicação utilizados por 42% dos brasileiros, dos quais 67% a utilizam para buscar notícias. Desse total, a maior concentração está entre os jovens de até 25 anos, dos quais 65% acessam a internet todos os dias.

Nos EUA, o pré-candidato Donald Trump possui 6,7 milhões de seguidores nas redes sociais. Referido dado demonstra a concretização de um fato espalhado por vários países, principalmente naqueles em que o direito à informação é consagrado constitucionalmente. 

O internauta precisa ter muito cuidado aos disponibilizar conteúdo na “rede”, devendo checar todas as informações e sua procedência. Isso porque tais informações permanecem expostas por muito tempo, sendo compartilhadas por inúmeras pessoas.

A título exemplificativo, nossa legislação eleitoral considera crime àquele que divulga através da internet ou fora dela, pesquisa eleitoral sem registro (Lei 9.504/97, art. 33, § 4º). Mesmo que não se trate de pesquisa com o traço da má-fé, sua divulgação pela internet é simples motivo para aplicação de multa, cujo valor máximo pode ultrapassar o valor de 100 mil reais.

Inclusive o próprio TSE já se manifestou, por entender que “a divulgação, na rede social do facebook, de pesquisa sem o registro insere-se na vedação prevista no art. 33 da Lei 9.504/97, sujeitando o responsável pelo pagamento de multa prevista no § 3º do referido dispositivo legal”. (AgRESPE 933-59).   

Com o advento da Lei nº 13.165/2015, que alterou algumas regras eleitorais, cabe ao operador do direito buscar informações se adequar a essa nova realidade, típico de uma sociedade democrática.

Marcelo Diógenes Xavier de Lima, é advogado, controlador da prefeitura municipal e Diretor Jurídico da CDL de Santa Cruz do Capibaribe