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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Câmara de Representantes promove palestra para os confeccionistas de Santa Cruz do Capibaribe

Uma palestra com o consultor do SEBRAE Sérgio Emílio, marcou a noite desta quarta-feira (10), dos confeccionistas e representantes comerciais da confecção, de Santa Cruz do Capibaribe. O evento foi uma promoção da CDL Santa Cruz do Capibaribe, através da Câmara Setorial dos Representantes Comerciais da Confecção.



O palestrante falou sobre a importância em se realizar vendas estratégicas, relatou acerca da valorização dos produtos, estratégias e planejamento de vendas, sempre citando exemplos e deixando o público entusiasmado.

Em seguida, o consultor da Câmara, Antônio Sérgio, apresentou os trabalhos desenvolvidos pelos representantes. Em meio a sua apresentação, o consultor, assim como os representantes que compuseram a mesa, ouviram os anseios dos confeccionistas em torno do trabalho deles, assim como também, sugestões de melhorias para ambas as classes.


Dica do SPC Brasil

Isso significa escolher um produto de baixo preço, mesmo com lucro mínimo, pois ele será o chamariz que levará as pessoas a consumirem outros produtos. Como em um bar que serve cerveja barata para atrair o público e aumenta os ganhos com a venda de aperitivos.

Foto: Isso significa escolher um produto de baixo preço, mesmo com lucro mínimo, pois  ele será o chamariz que levará as pessoas a consumirem outros produtos. Como em um bar que serve cerveja barata para atrair o público e aumenta os ganhos com a venda de aperitivos.

Sistema tributário brasileiro onera mais negros e mulheres, mostra estudo

Fonte: Agência Brasil


mulheres
Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos revela que
os impostos punem mais os negros e as mulheres em relação
aos brancos e aos homensArquivo/Agência Brasil
Caracterizado por onerar proporcionalmente os mais pobres em relação aos mais ricos, o sistema tributário brasileiro provoca um tipo mais profundo de injustiça. Estudo do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) revela que os impostos punem mais os negros e as mulheres em relação aos brancos e aos homens.

O levantamento cruzou dados de duas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo baseou-se na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), que fornece dados sobre a renda das famílias, e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que capta informações demográficas como raça e gênero.

Segundo o levantamento, os 10% mais pobres da população comprometem 32% da renda com o pagamento de tributos. Para os 10% mais ricos, o peso dos tributos cai para 21%. A relação com o gênero e a raça aparece ao comparar a participação de cada fatia da população nessas categorias de renda.

Nos 10% mais pobres da população, 68,06% são negros e 31,94%, brancos. A faixa mais desfavorecida é composta por 45,66% de homens e 54,34% de mulheres. Nos 10% mais ricos, que pagam menos imposto proporcionalmente à renda, há 83,72% de brancos e 16,28% de negros. Nessa categoria, 62,05% são homens e 31,05%, mulheres.

“Não há dúvida de que a mulher negra é a mais punida pelo sistema tributário brasileiro, enquanto o homem branco é o mais favorecido”, diz o autor do estudo, Evilásio Salvador. Para ele, é falsa a ideia de que a tributação brasileira é neutra em relação a raça e gênero.. “Como a base da pirâmide social é composta por negros e mulheres, a elevada carga tributária onera fortemente esse segmento da população”, contesta.

Historicamente, o sistema tributário brasileiro pune os mais pobres porque a maior parte da tributação incide sobre o consumo e os salários, em vez de ser cobrada com mais intensidade sobre o patrimônio e a renda do capital. Segundo o estudo, no Brasil, 55,74% das receitas de tributos vieram do consumo e 15,64% da renda do trabalho em 2011, somando 71,38%. Nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a média está em 33%.

Os tributos sobre o consumo são regressivos do ponto de vista social por estarem embutidos nos preços dos bens e dos serviços. Dessa forma, uma mercadoria com R$ 1 de imposto embutido no preço pesa mais para as camadas de menor renda.

Para reverter a situação, Oliveira aponta a necessidade de uma reforma tributária, que amplie a tributação sobre o patrimônio e a renda do capital e desonere o consumo e a renda do trabalho. “Os mais ricos precisam ser mais tributados proporcionalmente, por meio de alíquotas progressivas, que aumentem conforme o nível de renda”, explica.

Entre as medidas sugeridas, ele defende a regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas – determinada pela Constituição, mas até hoje não cumprida – e a extensão da cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a embarcações de luxo, como lanchas, jatos particulares, helicópteros e jet skis.

Pequenos negócios poderão contratar mais jovens aprendizes

Fonte: Agência SEBRAE

O governo federal apresenta o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa, que trata da ampliação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), com a inserção dos jovens no mercado de trabalho.  Entre as novidades do Programa, está a possibilidade de contratação de jovens aprendizes por 97% das empresas brasileiras.

Serão contemplados adolescentes e jovens acima de 15 anos, com prioridade para aqueles em situação de vulnerabilidade social e matriculados na rede pública de ensino. Além disso, os pequenos negócios vão contar com redução de custos para contratar os jovens.

Para o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, a inclusão das micro e pequenas empresas no Pronatec universaliza o programa que antes beneficiava empreendimentos de médio e grande porte. “Antes, apenas empresas com mais de sete empregados podiam participar. Agora, estabelecimentos com pelo menos um funcionário podem ter um jovem aprendiz. Então, universalizamos a presença de todas as empresas no Programa Aprendiz”.

As micro e pequenas empresas vão recolher apenas 2% do FGTS, não havendo verba rescisória. Além disso, as empresas serão dispensadas de efetuar diretamente a matrícula do jovem no curso, que será custeada pelo programa. O aprendiz contratado receberá salário-mpinimo hora da emrpesa, com expediente limitado entre 4 e 6 horas diárias, e terá vínculo empregatício, com anotação na Carteira de Trabalho.

Por outro lado, o empregador se compromete a assegurar ao aprendiz formação técnico-profissional compatível com seu desenvolvimento. As atividades na empresa serão desenvolvidas em complexidade progressiva ao longo dos meses, permitindo a evolução da capacidade laboral, assistida pela entidade certificadora do Pronatec. Ao final do programa de aprendizagem, que é de, no máximo, dois anos, o jovem recebe certificação técnica e poderá até ser efetivado na empresa.

Para aderir ao Programa, o empresário interessado deverá acessar o site www.maisemprego.mte.gov.br e registrar o interesse em contratar um aprendiz escolhendo, no sistema a unidade do Sistema Nacional de Emprego (SINE) que fará o gerenciamento da vaga. O Ministério do Trabalho será o responsável pela articulação entre os jovens, empresas e instituições de ensino.

Pronatec Aprendiz tem novas regras para MPEs

Fonte: Fenacon


Aconteceu na manhã de hoje, reunião interministerial sobre o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa, que trata da ampliação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego com a inserção de jovens no mundo do trabalho. A ampliação é resultado de parceria entre a Secretaria da Micro e Pequena Empresa e os Ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego. Participaram os ministros da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; da Educação, Henrique Paim; do Trabalho, Manoel Dias e da Casa Civil, Aloísio Mercadante. Como Entidades convidadas estiveram presentes Fenacon e Sebrae.
A modalidade vai permitir que as micro e pequenas empresas (MPEs), com pelo um empregado, contratem o jovem aprendiz. Antes, as MPEs com menos de sete funcionários estavam proibidas de participar do programa. A ideia é incentivar cada micro ou pequena empresa a ter pelo menos um aprendiz.
Uma consulta preliminar junto aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia estimou a possibilidade de oferta de cursos de aprendizagem em ao menos 17 estados. As vagas serão ofertadas nas áreas de informática, operação de loja e varejo, serviços administrativos e alimentação.
Com potencial de 1,54 milhão de empresas em 238 municípios, a expectativa é triplicar, em um ano, o número de aprendizes contratados nesta faixa etária em todo o Brasil.
O presidente e o vice-presidente da Região Centro-Oeste da Fenacon, Mario Elmir Berti e Francisco Claudio Martins Júnior, respectivamente, participaram do encontro. Na ocasião, a Federação foi apontada pelos ministros como parceira indispensável para o sucesso do programa.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Um bom atendimento é pautado pelo tratamento profissional empreendido ao cliente!

Foi com esse propósito que a Biblioteca SESI Indústria do Conhecimento promoveu em parceria com o SEBRAE uma palestra com o tema "Atendimento ao Cliente" com direito a certificado pelo SEBRAE. O evento aconteceu na noite desta quinta-feira (4), às 19 horas, e contou com um número expressivo de empresários, colaboradores e estudantes. A Biblioteca foi construída em Santa Cruz do Capibaribe através de uma parceria da Rota do Mar com o SESI e tem apoio da CDL local para a manutenção da mesma.




Após cinco meses em queda, vendas a prazo crescem 0,78% em agosto, diz SPC

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

As consultas para vendas a prazo, que sinalizam o ritmo de atividade no comércio, voltaram a crescer no mês de agosto, após cinco meses consecutivos de queda. De acordo com o indicador apurado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), a alta foi de 0,78% na comparação com o mesmo mês de 2013.
Na avaliação dos empresários, a melhora no mês se explica em parte pelo fim da Copa do Mundo, que em decorrência de menos dias úteis afastou os consumidores dos grandes centros de compras. Outro fator de impacto, de acordo com a CNDL, foi o Dia dos Pais, que além de ter registrado queda em relação ao mesmo período do ano passado (-5,09%), teve o pior resultado dos últimos cinco anos. Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013 - 2012), 4,75% (2012 - 2011), 6,86% (2011-2010) e de 10% (2010-2009).
"Apesar da interrupção da trajetória de queda do volume de vendas a prazo, a expansão da atividade varejista no mês de agosto não foi suficiente para reverter a tendência de desaquecimento das vendas no comércio. No acumulado dos oito primeiros meses, frente a igual período de 2013, o indicador soma uma queda de -1,01%", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.
A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, também acrescenta que o resultado é ainda consequência direta da economia em declínio, "influenciado principalmente pela manutenção dos juros em patamares elevados, pela persistência da inflação no limite da meta, pelo menor crescimento da renda dos trabalhadores e pelo maior rigor na concessão de crédito".
Comparação mensal
Em relação a julho deste ano, as consultas para vendas parceladas cresceram 1,86%, reflexo da volatilidade da comparação mensal. Para os economistas do SPC Brasil, apesar de as vendas do Dia dos Pais em relação ao ano passado terem sido fracas, foram fortes suficiente para aquecer as vendas do comércio em relação ao mês de julho, que apresentou queda por conta do período de Copa do Mundo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Agência do trabalho de Santa Cruz do Capibaribe tem ótimas oportunidades de emprego para esta quinta-feira (4)

A Agência do Trabalho fica na Rua Capitão Pedrosa, 306, Bairro São Cristóvão, CEP: 55190-000, Santa Cruz do Capibaribe - PE. Horário de Atendimento: Segunda a Sexta, 7h 30 as 17h 30. Fone: 3759-8235


Sementeira Municipal recebe projeto de revitalização e ampliação


A Sementeira Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, Agreste de Pernambuco, recebeu um projeto de revitalização e ampliação que está inserido nas ações que irão promover o Plano de Arborização do Município.

A sementeira pública que produz mais de 25 sementes de variadas espécies de plantas nativas e frutíferas, chegando a 7,5 mil mudas por mês, recebeu um trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente que ampliou a quantidade de locais para produção de mudas, passando de 13 para 17 canteiros e aquisição de novas bandejas que vão otimizar a produção.

“O primeiro passo para aumentar a arborização do município é melhorar a produção da sementeira pública”, informou Pablo Ricardo, Gestor de Meio Ambiente do município.


Projetos aleatórios como a campanha de arrecadação de garrafas peti em conjunto com  a CDL, que já coletou mais de 2000 garrafas para plantio de mudas e a participação da população que poderá plantar árvores no município, pegando até três mudas por pessoa, na Sementeira Municipal, também contribuirão para o projeto de arborização.

“Nosso principal objetivo não é apenas produzir mudas e árvores, mas produzir e semear, sobretudo, a ideia de um meio ambiente mais forte e estruturado em Santa Cruz do Capibaribe e o conceito de sustentabilidade nas pessoas e instituições”, frisou Bruno Bezerra.

Em tempo: A CDL Santa Cruz do Capibaribe continua recebendo as doações em garrafas peti, copos descartáveis ou latas de tinta, para serem reaproveitados e plantadas novas mudas na sementeira pública.

Copom mantém taxa de juros em 11% ao ano pela terceira vez seguida

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central optou nesta quarta-feira (3) por manter os juros básicos da economia brasileira estáveis em 11% ao ano. Foi a terceira manutenção seguida da taxa Selic, que continua no maior patamar desde o fim de 2011.

A decisão de manter o juro estável era esperada pela maior parte dos analistas do mercado financeiro, que prevê a permanência da taxa neste mesmo patamar até março do próximo ano - quando a estimativa é de que seja elevada para 11,5% ao ano.

Ao fim do encontro, o BC divulgou o seguinte comunicado: "Avaliando a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 11,00% a.a., sem viés". Em relação ao comunicado anterior, o Copom retirou apenas a expressão "neste momento" - que estava antes da manutenção da Selic.Recessão técnica e inflação

Os juros básicos da economia foram mantidos em 11% ao ano apesar da retração do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro e segundo trimestres deste ano - quadro que os economistas classificam como "recessão técnica".

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.

Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

O governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano. Em doze meses até julho, o IPCA somou 6,50% - no teto do sistema de metas.

"O IPCA está rodando em 6,5% em 12 meses [até julho]. O BC precisa fazer com que essa inflação passe a convergir para o centro da meta, que é 4,5%. O aumento dos juros para segurar demanda por consumo é um remédio um pouco amargo, mas necessário para que inflação convirja para o centro da meta", avaliou o economista da RC Consultores, Marcel Caparoz.

O que pressiona a inflação

Alex Agostini, economista da Austin Rating, avaliou que os serviços e os chamados preços administrados, como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros, devem continuar pressionando a inflação em 2014 e no ano que vem.

Ele observou que houve "represamento" de algumas políticas públicas, como energia e gasolina, nos últimos meses. "Mexendo nestes dois itens, tem aumento de custo da produção. Os combustíveis [alta de preços] têm efeito em cascata. Reflete no frete para alimentos, roupas, calçados e saúde, entre outros. E a pressão inflacionária por conta de serviços que deve persitir ainda, pois a demanda está relativamente aquecida", acrescentou.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Parcerias que promovem benefícios para os associados da CDL

A parceria que a CDL Santa Cruz do Capibaribe mantém com o SENAC, é composta pela fomentação de cursos diversos, treinamentos e palestras voltadas para empreendedores da capital das confecções. Essas palestras e cursos são oferecidas a baixo custo para os associados da entidade.

Quatro em cada dez idosos passaram a gastar mais com produtos que gostam

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira 'Meu Bolso Feliz' com pessoas acima de 60 anos nas 27 capitais revela que o consumidor brasileiro da terceira idade tem aumentado o seu potencial de consumo e a disposição para gastar mais. De acordo com o levantamento, que foi realizado pessoalmente, os idosos têm mudado suas prioridades de consumo com o passar do tempo e hoje, 41% deles afirmam gastar mais com produtos que desejam do que com itens relacionados às necessidades básicas da casa.


Embora representem um nicho promissor - já que a população idosa deve ultrapassar a marca de 30 milhões de indivíduos em 2025, segundo dados do IBGE - o mercado brasileiro parece não estar plenamente preparado para atender às demandas desses consumidores. Pelo menos 45% dos entrevistados afirmaram enfrentar dificuldades para encontrar produtos destinados ao público de sua idade. Essa impressão é mais notada, especificamente, pelas mulheres (47%) e pelas pessoas entre 70 e 75 anos (51%).

Entre os produtos que esses consumidores mais sentem falta estão roupas (20%), celulares com letras e tecladas maiores (12%), locais que sejam frequentados por pessoas da mesma idade (9%), turismo exclusivo (7%) e produtos de beleza (3%).

"Os consumidores da terceira idade constituem, um importante mercado a ser explorado pelos setores do comércio e de serviços. A pesquisa indica queque há uma demanda significativa no setor de moda e vestuário para a terceira idade. Essa parcela da população sente falta de peças não estereotipadas e que não os façam se sentir inadequados para a idade que têm", afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outro desafio para as empresas, mas que pode representar uma oportunidade de expansão dos negócios, é o comércio eletrônico. Pelo menos 7% dos entrevistados da terceira idade já adquiriram o costume de comprar pela internet. É um número ainda reduzido, mas em alguns extratos o percentual aparece com mais força, como entre os idosos que possuem curso superior (26%) e que pertencem as classes A e B (17%).


Mais consumistas e mais independentes

Ao mesmo tempo em que estão consumindo mais, os consumidores brasileiros da terceira idade têm demonstrado um perfil mais exigente em relação aos produtos que estão adquirindo. Exemplo disso é que mais da metade (52%) da amostra alega dar mais valor à qualidade dos produtos, mesmo que seja preciso pagar mais caro por isso. Outra constatação é que quase um quarto (23%) dos idosos incorporou a experiência de ir às compras como uma atividade de lazer do seu dia a dia.

Seis em cada dez (66%) entrevistados da terceira idade disseram que a vida financeira que levam atualmente é melhor do que há alguns anos. Além disso, 72% da amostra considera sua situação financeira estável ou boa. Em relação à fonte de renda, sete em cada dez (73%) entrevistados recebem auxilio da aposentadoria do INSS ou o pagamento de pensão, 14% se dedicam ao trabalho informal ou freelancer, 9% são trabalhadores com carteira assinada, 7% contam com os rendimentos da previdência privada, 5% recebem ajuda dos filhos e somente 4% não possuem qualquer renda.

O levantamento também revela que o dinheiro da terceira idade exerce um papel fundamental na vida de muitas famílias brasileiras. Sete em cada dez (74%) entrevistados conseguem satisfazer suas necessidades com os rendimentos que possuem (mesmo que para 37% o salário represente o valor exato para pagar as contas) e pelo menos 94% da população acima dos 60 anos contribuem para o sustento da casa, sendo que 54% são os únicos responsáveis pelo pagamento das despesas.

Mais independentes e com a expectativa de vida melhor do que há algumas décadas, a maior parte dos brasileiros (64%) chega à terceira idade como a único responsável por suas decisões de compras. É uma parcela considerável, que aumenta para 68% entre as mulheres entrevistas.

"Mesmo considerando as responsabilidades assumidas com o orçamento familiar, eles encontram meios de cumprir suas expectativas de consumo. Com o aumento da expectativa de vida, e a melhora na qualidade de vida dos idosos, o comportamento independente em relação às decisões de consumo será cada vez mais frequente neste grupo", comenta a economista.


Consumo como lazer

Admitir o fato de se ter chegado à terceira idade não parece ser um problema para os consumidores entrevistados: 83% da amostra acredita pertencer a este grupo. Em média, os entrevistados consideram 63 anos como o marco para a entrada na terceira idade.

Aproveitar a vida é considerado por seis em cada dez entrevistados (66%) como a grande prioridade de suas vidas no atual momento. Nesse mesmo sentido, para quase metade (49%) dos idosos ouvidos, neste estágio da vida, aproveitar os momentos consumindo é mais importante do que poupar.

Os entrevistados da terceira idade estão muito bem resolvidos com relação ao modo como preferem passar seu tempo livre. Para 46%, o lazer ficou mais frequente com a chegada da terceira idade e 41% preferem sair a ficar em suas próprias casas. Exemplo disso, é que quase um quinto (18%) dos idosos afirmam gastar parte da renda com alguma atividade física e gastar mais dinheiro com viagens do que antigamente (20%).

O levantamento concluiu que alguns hábitos se tornaram mais frequentes. Mais de um terço (33%) dos idosos disseram investir mais em roupas atualmente para ficarem bonitos e manter uma boa aparência - principalmente os idosos da classe C (37%) - e outros 26% afirmam gastar mais com tratamentos estéticos ou utilizar produtos de beleza para se sentir mais jovens.

"Se antes, a velhice era sinônimo de descanso, atualmente, ela significa uma oportunidade de transformar o tempo livre para novas atividades, como lazer, socialização e até mesmo o consumo", afirma o educador financeiro do portal 'Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

"Uma das principais conclusões da pesquisa é que os consumidores da terceira idade, mais ativos no mercado de trabalho e com melhor qualidade de vida, estão satisfeitos com sua vida financeira. Em sua maioria são otimistas e começam, inclusive, a demandar produtos específicos para a sua faixa etária.", comenta a economista Marcela Kawauti.

Crescimento da indústria aponta que economia não está parada, diz Mantega

Fonte: Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia medidas para facilitar o crédito imobiliário (José Cruz/Agência Brasil)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que
a economia do país não está parada
José Cruz/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (2) que “a economia cresce, neste segundo semestre, e sem recessão”. Ele fez as declarações ao comentar Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado mostra que a produção industrial brasileira cresceu 0,7% de junho a julho, sendo a primeira alta depois de cinco meses de queda.

“A economia não está parada. Não está em recessão. Teve problemas passageiros no primeiro semestre, mas neste segundo semestre vamos em direção a uma gradual melhoria. A produção industrial veio bem, mostrando que no segundo semestre nós temos um crescimento da atividade econômica”, disse. Mantega lembrou que o maior crescimento foi registrado em bens duráveis e também bens de capital (máquinas e equipamentos utilizados na produção). “[resultado] Importante porque indica que neste terceiro trimestre teremos um crescimento positivo ao lado de outros indicadores”, acrescentou.

O ministro citou ainda outro indicador, o Índice de Gerentes de Compra setor industrial brasileiro (PMI, na sigla em ingês), divulgado, segundo ele, pelo Banco HSBC,  que mede o “apetite dos gestores para comprar”. O índice, divulgado ontem (1º), chegou a 50,2 pontos em agosto, ante os 49,1 pontos em julho. Ele avalia o resultado como positivo, pois representa a intenção de aumentar as atividades.

Além desse índice, o ministro citou o desempenho das 271 maiores empresas do país, com capital aberto, que tiveram aumento na receita líquida de 11,9% na mesma comparação.

Sobre a correção da tabela do Imposto de Renda (IR), que caducou no Congresso Nacional, Mantega disse que o governo busca uma alternativa para enviar ao Parlamento de forma a permitir que a proposta seja mantida para o contribuinte. A medida provisória que reajusta a tabela do IR não foi votada pelos parlamentares e perdeu validade.

O ministro voltou a sinalizar que pode ocorrer um aumento da gasolina este ano. "Todo ano tem aumento da gasolina. Este ano não será diferente. No ano passado, nós tivemos dois aumentos da gasolina. Não é uma regra fixa, mas todo ano nós podemos ter um ou dois aumento da gasolina", disse, ao ser perguntado por jornalistas.

Empresas estão fazendo tudo descartável

Fonte: Blog de Economia do Diário PE
celulares
Eu tive um celular por seis anos. E ele funcionou muito bem. Troquei porque o bichinho já estava cansado de guerra. Mas tenho saudade. Bons tempos aqueles em que a gente podia ficar com um telefone por anos. Hoje, parece que são todos descartáveis. Dão problema com uma rapidez danada. Basta uma passada nas redes sociais para ler uma chuva de reclamações, não só sobre celulares, mas sobre outros eletrônicos. E eletrodomésticos também. Um inferno.

A Proteste Associação de Consumidores divulgou na última semana uma pesquisa mostrando que 45% dos eletrônicos e eletrodomésticos comprados no Brasil dão defeito antes de completarem dois anos de uso. Surpresa? De jeito nenhum. Segundo o levantamento, câmeras fotográficas, computadores e os tablets lideram a lista dos equipamentos que mais dão defeitos nos primeiros anos de uso.
Para fazer a pesquisa foram ouvidos consumidores de todo o país que tinham adquirido pelo menos um produto eletrônico ou eletrodoméstico nos últimos 12 meses. Segundo a Proteste, para 62% dos entrevistados, o defeito aconteceu pouco depois de a garantia terminar. Mais uma vez, surpresa nenhuma. Por conta disso, a Proteste está lançando uma campanha pelas redes sociais para ampliar o prazo da garantia legal, que hoje é de apenas três meses, para dois anos.
A garantia legal é estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor e não depende de qualquer previsão em contrato. Segundo a Proteste, na maior parte do Reino Unido, a garantia legal é de seis anos. No restante da Europa, a média é de dois anos. O pessoal da associação acredita que, mudando a lei e ampliando o prazo, os fabricantes irão produzir bens com maior durabilidade. Seria bom. Afinal de contas, se são bens duráveis, eles deveriam durar.
Enquanto isso...
Em Santa Cruz do Capibaribe a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município mantém uma campanha de arrecadação de pilhas e baterias de celulares, evitando assim que esse material seja jogado de qualquer forma no meio ambiente.
Confira abaixo os lugares aonde você pode ir depositar as suas pilhas ou baterias.


Gasto com empregado da indústria cresce 2 vezes mais que renda do dono

Fonte: Blog Achados Econômicos

A indústria brasileira aumentou em 17,2% acima da inflação o gasto médio com o pagamento de cada assalariado entre 2007 e 2012. No mesmo período, as remunerações totais dos não assalariados – sócios – subiram 9,1%, de acordo com cálculos do blog Achados Econômicos feitos a partir do banco de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
industria de 2007 a 2012
Em 2007, a indústria gastou R$ 165 bilhões com seus 6,9 milhões de empregados, em valor atualizado pelo índice oficial de inflação. Isso dá R$ 23,7 mil para cada funcionário no ano inteiro.
Em 2012, o setor despendeu R$ 230 bilhões com 8,3 milhões de assalariados, ou R$ 27,8 mil com cada um, em média.
Os gastos da indústria com todos os seus empregados, portanto, subiram 39,6% acima da inflação. O dispêndio com cada assalariado aumentou os 17% já mencionados.
Para a remuneração dos proprietários, a indústria destinou R$ 5,4 bilhões em 2007, em valor atualizado, e R$ 5,9 bilhões em 2012, uma alta de 9%.
Como os números vão apenas até 2012, eles não pegam a recente retração da economia brasileira, no primeiro semestre de 2014. Também não incluem a piora da produção industrial registrada no ano passado.
Mas evidenciam o que tem sido apontado como uma das causas da baixa competitividade da indústria, a saber, o aumento de salários.
No setor de serviços, quando os salários aumentam, os empresários têm mais facilidade de repassar o reajuste para os preços ao consumidor.
Já na indústria, fica mais difícil porque ela concorre com produtos de todo o mundo. Se um industrial brasileiro aumenta o preço, o consumidor pode recorrer a um produto similar importado.
Logo, o aumento de salários, se não for acompanhado por queda de outros custos, tende a reduzir os ganhos dos empresários da indústria, tornando o setor pouco atraente para novos investimentos.


Dica SPC Brasil


Uma maneira de chamar a atenção e conquistar um novo cliente, é mostrar os resultados já obtidos por você.
A maioria deles usará o que você já fez como parâmetro para saber o que você poderá fazer por ele. Reserve momentos da sua reunião com o cliente para mostrar esses resultados, isso faz toda diferença.

Foto: Uma maneira de chamar a atenção e conquistar um novo cliente, é mostrar os resultados já obtidos por você.
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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Produção industrial cresce 0,7% em julho

Fonte: Agência Brasil

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de junho para julho. É a primeira alta depois de cinco meses de queda, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados hoje (2).

Na comparação de julho deste ano com julho do ano passado, no entanto, a produção industrial teve queda de 3,6%. Recuos também foram registrados nos acumulados do ano (-2,8%) e dos últimos 12 meses (-1,2%).

O avanço de junho para julho foi motivado por altas nos bens de consumo duráveis (20,3%) – máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (16,7%) – e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%).

Vinte dos 24 setores da indústria pesquisados tiveram crescimento na produção. Os principais impactos positivos vieram dos equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (44,1%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (8,5%).

O segmento equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos teve a maior alta da série histórica, iniciada em 2002, e interrompeu uma trajetória de quatro meses de quedas (que acumulou perda de 38,1%). Já os veículos automotores superaram queda de 18,1%, acumulada nos meses de maio e junho.

Outros setores que tiveram contribuição importante para o crescimento da produção industrial foram outros equipamentos de transporte (31,3%), máquinas e equipamentos (7%), máquinas e materiais elétricos (13,1%), outros produtos químicos (2,4%), além de vestuário e acessórios (8,6%).

Por outro lado, uma queda de 6,3% no segmento de produtos alimentícios impediu que a indústria tivesse um desempenho melhor. Outro setor que contribuiu negativamente foi o de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,6%).