Topo

Topo

sexta-feira, 25 de julho de 2014

CDL Santa Cruz do Capibarie inscreve para mais uma turma do EMPRETEC


BC adota medidas para injetar R$ 30 bilhões na economia

Fonte: Agência Brasil

DinheiroO Banco Central (BC) anunciou hoje (25) medidas para melhorar a distribuição de liquidez (recursos disponíveis) na economia. Foram alteradas normas de recolhimentos compulsórios – dinheiro que os bancos são obrigados a deixar depositados no BC, sobre recursos a prazo e à vista – com impacto estimado em R$ 30 bilhões.

Segundo o BC, para adotar as medidas foi considerada a evolução dos recolhimentos compulsórios nos últimos anos, que passou de R$ 194 bilhões ao final de 2009 para cerca de R$ 405 bilhões atualmente. O BC também cita a recente moderação na concessão do crédito, a inadimplência em patamares relativamente baixos e o recuo do nível de risco no sistema financeiro nacional.

Uma das medidas permite que até 50% do recolhimento compulsório referente a depósito a prazo sejam cumpridos com operações de crédito. Assim, pelo prazo de um ano, 50% dos valores recolhidos poderão ser usados pelos bancos na contratação de novas operações de crédito e na compra de carteiras diversificadas (pessoas jurídicas e físicas) de outras instituições.

O BC ampliou o rol de instituições financeiras elegíveis – de 58 para 134 – à condição de cedentes (vendedoras) das operações para fins de dedução do recolhimento. Instituições financeiras cujo Patrimônio de Referência Nível 1, na posição de dezembro de 2013, seja inferior a R$ 3,5 bilhões serão elegíveis, sem restrições.

A outra medida teve o objetivo de ampliar o número de bancos que poderão usar parte (até 20%) de seus recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista para empréstimos e financiamentos que sejam enquadráveis no Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Para isso, o BC reduziu de R$ 6 bilhões para R$ 3 bilhões o valor do Patrimônio de Referência Nível 1 das instituições.

Ainda dá tempo de você fazer a sua inscrição para a segunda semana dos cursos Qualipolo!



CDL de Santa Cruz do Capibaribe está recebendo sua doações em latas, garrafas peti e copos descartáveis para a Sementeira Pública

Uma forma de fazer a nossa parte é colaborar com ações como esta, que a sementeira de Santa Cruz do Capibaribe está engajada, que é arborizar a cidade. A ação se dá através de plantas de mudas de árvores que serão plantadas no município além de serem doadas à população.

Para que esta ação tenha uma continuidade, a sementeira está precisando da colaboração de todos. De que forma? Com a sua doação de garrafas peti, copos descartáveis e de latões de tinta. A CDL Santa Cruz do Capibaribe está junto nessa parceria e tornou-se um ponto de entrega das suas doações. Traga suas garrafas, seus copos ou seus latões e, caso não possa nos trazer, nos ligue que iremos recolher na sua casa ou na sua empresa. O telefone da CDL é 3731-2850.

Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil

Fonte: Agência SEBRAE

Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos. Os dados inéditos são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia”, afirma Barretto.

Em 1985, o IBGE calculou em 21% a participação dos pequenos negócios no PIB brasileiro. Como não havia uma atualização desse indicador desde então, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para avaliar a evolução das micro e pequenas empresas na economia brasileira, com a mesma metodologia utilizada anteriormente. Em 2001, o percentual cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%. 

Em valores absolutos, a produção gerada pelas micro e pequenas empresas quadruplicou em dez anos, saltando de R$ 144 bilhões em 2001 para R$ 599 bilhões em 2011, em valores da época.

Os valores foram apurados até 2011 para manter a mesma forma de cálculo considerando os dados do IBGE disponíveis sobre os pequenos negócios. A apuração foi feita com a soma das riquezas geradas por empresas de todos os portes nos setores de Comércio, Indústria, Serviços e Agroindústria – exceto o setor público e as intermediações financeiras, uma vez que não há micro e pequenas empresas nestes setores.

As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios. 

“Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia”, considera Barretto, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.

Segundo ele, os principais motivos para o bom desempenho dos pequenos negócios na economia brasileira são a melhoria do ambiente de negócios (em especial após a criação do Supersimples que reduziu os impostos e unificou oito tributos em um único boleto), o aumento da escolaridade da população e a ampliação do mercado consumidor, com o crescimento da classe média.

“Esses três fatores têm motivado o brasileiro a empreender por oportunidade e não mais por necessidade. Antes as pessoas abriam um negócio próprio quando não encontravam emprego. Hoje, de sete a cada 10 pessoas iniciam um empreendimento por identificar uma demanda no mercado, o que gera empresas mais planejadas e com melhores chances de crescer”, avalia o presidente do Sebrae.

Pequenos negócios na economia brasileira:

27% do PIB
52% dos empregos com carteira assinada
40% dos salários pagos 
8,9 milhões de micro e pequenas empresas

quinta-feira, 24 de julho de 2014


Inflação perde força na maioria das capitais, diz FGV

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou na maioria das capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na terceira prévia de julho.

Das sete cidades analisadas, a taxa aumentou apenas em São Paulo, de 0,33% para 0,37%. Em Salvador, o índice passou de 0,13% para -0,16%; em Brasília, de 0,36% para 0,19%; em Belo Horizonte, de 0,15% para 0,10%; no Recife, de 0,30% para 0,24%; no Rio de Janeiro, de 0,45% para 0,35%, e, em Porto Alegre, de -0,09% para -0,20%.

Considerando todas as capitais, o IPC-S desacelerou para 0,16% na terceira prévia de julho, depois de avançar 0,24% na semana anterior. Dos oito grupos de despesa analisados pela FGV, seis apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para os preços relativos à alimentação (de 0,11% para -0,10%), como os de hortaliças e legumes (de -8,16% para -11,78%).

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,52% para 0,40%); educação, leitura e recreação (de -0,01% para -0,08%); vestuário (de 0,16% para -0,03%); transportes (de 0,13% para 0,10%); e comunicação (de 0,04% para 0,02%).

Na contramão, o grupo habitação registrou avanço de uma semana para a outra, passando de 0,44% para 0,48%.
O grupo despesas diversas repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,30%.

Veja a variação dos itens:

Tarifa de eletricidade residencial: de 0,69% para 1,33%.
Artigos de higiene e cuidado pessoal: de 0,84% para 0,36%
Passagem aérea: de -12,11% para -13,88%
Roupas: de -0,10% para -0,43%)
Automóvel novo: de 0,17% para 0,10%
Pacotes de telefonia fixa e internet: de 0,11% para 0,00%
Clínica veterinária: de 0,70% para 1,02%
Tarifa postal: de 6,15% para 4,48%

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Empretec a ser realizado na CDL Santa Cruz do Capibaribe foi destaque na Revista Total, na Coluna Bem Viver, do jornalista Carlos Marciel



Dia dos Pais: CNDL e SPC Brasil projetam o pior resultado dos últimos cinco anos

Fonte: Ascom CNDL

Os comerciantes brasileiros estão pouco otimistas quanto ao resultado das vendas do Dia dos Pais, comemorado no dia 11 de agosto, e aguardam um crescimento tímido de 1% sobre as vendas do ano passado.  Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013), 4,75% (2012); 6,86% (2011) e 10% (2010), de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). O resultado leva em conta as vendas parceladas realizadas na semana que antecede o Dia dos Pais, entre 3 e 10 de agosto.

Vendas Dia dos Pais
Ano
Crescimento
2013
3,78%
2012
4,75%
2011
6,86%
2010
10%
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a retração das vendas a prazo está sendo sentida pelos varejistas brasileiros, que no primeiro semestre de 2014, amargaram desacelerações em todas as datas comemorativas.
"Este ano a expectativa é de um crescimento de 1%. Apesar do incremento, estamos projetando um quarto do desempenho que tivemos no ano passado. Fatores como a alta dos juros, que encarece o crédito, e a inflação elevada, que corrói o salário do consumidor, são determinantes para deixar o brasileiro mais cauteloso", explica Roque Pellizzaro Junior.
Comemorado no segundo domingo do mês de agosto, o Dia dos Pais tradicionalmente movimenta os setores de vestuário, calçados, eletrônicos, bebidas e perfumaria.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sucesso no primeiro dia do Projeto Qualipolo

O Projeto Qualipolo idealizado pela CDL Santa Cruz do Capibaribe e pelo SENAI, conta com apoio do SEBRAE, Moda Center, ASCAP e CESAC. Os organizadores do Qualipolo têm expectativas de qualificar 500 pessoas nessas duas semanas de cursos, com aprendizado focado no Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco.


Os cursos iniciaram na noite desta segunda-feira (21), com sucesso absoluto. Todas as salas onde aconteceram os cursos estavam lotadas de colaboradores das empresas de Santa Cruz do Capibaribe e da região.

Confira as fotos abaixo:
















Simples Nacional deve bater recorde com 9 milhões de negócios até agosto

Fonte: Portal Administradores

O regime de tributação do Simples Nacional está prestes a completar mais um milhão de empresas cadastradas até o início de agosto, alcançando 9 milhões de negócios registrados no site da Receita Federal.
O Supersimples foi criado em 2007 para simplificar e reduzir o montante de impostos pagos pelas Micro e Pequenas Empresas (MPEs). Agora em 2014, um projeto de lei já aprovado pelo Senado quer universalizar o acesso do setor de serviços ao regime, aguardando somente a sanção presidencial para entrar em vigor em janeiro de 2015, proporcionando que 140 novas categorias de serviços também sejam beneficiadas.
Segundo Mario Berti, presidente da Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas), um dos destaques do projeto é a inclusão de várias atividades como optantes do Simples Nacional, além da migração de algumas outras para tabelas mais favoráveis, como os fisioterapeutas e sociedades de advogados, por exemplo.
De acordo com a Receita Federal, já eram 8.979.844 empresas optantes pelo sistema até o último sábado (19), sendo 4.136.303 registradas no regime de Microempreendedor Individual (MEI). No início do Simples, em 2007, eram ao todo 1,3 milhão de negócios. A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, criada junto ao Simples, foi o que tornou possível essa nova realidade.
“O apoio ao desenvolvimento e a criação de um ambiente macroeconômico favorável à atividade empresarial são a resposta para os desafios do Brasil hoje. Ao se melhorar o ambiente de negócios, o reflexo é a criação de emprego, a geração de renda e o crescimento da arrecadação. Com a universalização do Simples as taxas de crescimento devem ser ainda maiores”, enfatiza Berti.
Segundo o presidente da Fenacon, os indicadores apontam a consolidação do empreendedorismo e a redução do trabalho informal. Desde a criação do regime simplificado, em 2007, luta-se para incluir profissionais como advogados, consultores, corretores, clínicas de fisioterapia, jornalistas, entre outros, totalizando 140 novas categorias de serviços. “A universalização, portanto, será, sem sombra de dúvidas, mais um fato histórico”, ressalta Berti.

REFIS: Veja as Informações sobre a Reabertura do Parcelamento

Fonte: Blog Guia Tributário

O prazo de opção pelo parcelamento conhecido como Refis da Crise foi novamente reaberto pela Lei 12.996/2014, alterada pela MP 651/2014. Nessa nova reabertura, poderão ser parcelados débitos vencidos até 31 de dezembro de 2013, com pagamento de antecipação equivalente à:
I – 5% se o valor total da dívida a ser parcelada for menor ou igual a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais);
II – 10% se o valor total da dívida a ser parcelada for maior que R$ 1.000.000,00 e menor ou igual a R$ 10.000.000,00;
III – 15% se o valor total da dívida a ser parcelada for maior que R$ 10.000.000,00 e menor ou igual a R$ 20.000.000,00; e
V – 20% se o valor total da dívida a ser parcelada for maior que R$ 20.000.000,00.
O valor dessa antecipação poderá ser pago em até 5 prestações, sendo que a primeira deverá ser paga até 25 de agosto de 2014, que é o prazo final de opção.
Para definição do percentual de antecipação a ser aplicado a cada um dos parcelamentos, deve ser considerada a dívida consolidada na data do pedido de parcelamento sem qualquer redução. Entretanto, definido o percentual, esse deverá ser aplicado sobre o montante consolidado com as reduções definidas pelo art. 1º da Lei 11.941, de 2009, que são:
Forma de pagamentoReduções
 Multa de Mora e de OfícioMulta IsoladaJuros de MoraEncargo Legal
À vista100%40%45%100%
Em até 30 prestações90%35%40%100%
Em até 60 prestações80%30%35%100%
Em até 120 prestações70%25%30%100%
Em até 180 prestações60%20%25%100%
Diferentemente do parcelamento concedido em 2009 e das reaberturas instituídas pelas Leis 12.865/2013 e 12.973/2014, dessa vez não haverá modalidades de parcelamento distintas em função de os débitos já terem ou não sido parcelados anteriormente. Por isso, serão aplicadas apenas as reduções estabelecidas no art. 1º da Lei 11.941/2009.
Outra novidade é que quem já é ou foi optante pelos parcelamentos da Lei 11.941/2009 poderá optar por esse novo parcelamento e, se for o caso, manter o anterior ou dele desistir. Com isso, os débitos que já foram parcelados no âmbito da Lei 11.941/2009 poderão ser incluídos nesse novo parcelamento.
As opções pelos parcelamentos e pelo pagamento à vista com utilização de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL deverão ser feitas exclusivamente por meio de aplicativo a ser incluído no e-CAC nos sítios da RFB e da PGFN na Internet.
O pagamento à vista sem utilização de prejuízo fiscal e de base negativa da CSLL já pode ser feito. Para isso, os contribuintes devem calcular o valor consolidado com os descontos concedidos e indicar no ato do pagamento o código do respectivo tributo.
A RFB e a PGFN ainda regulamentarão os respectivos trâmites administrativos desta nova reabertura do REFIS.

7ª Rodada de Negócios do Agreste Pernambucano acontecerá de 23 a 25 de julho




Com o objetivo promover um ambiente de negócios onde todos os confeccionistas de vestuário possam mostrar seus produtos e serviços com criatividade e profissionalismo, através de exposição e Rodadas de Negociações, de modo sempre a valorizar a cultura empreendedora.

O evento visa ainda o fortalecimento da cooperação entre as empresas da cadeia produtiva do setor, além de conquistar novos mercados e, consolidar de uma imagem de qualidade de produtos dando maior visibilidade comercial e o fortalecimento da credibilidade das empresas da região, frente ao mercado atacadista e varejista de todo o país. De acordo com o consultor e organizador do evento, Antônio Sérgio, a Rodada de Negócios fortalece a parceria representante/cliente/fornecedor.




I Seminário de Comércio Eletrônico será realizado em Santa Cruz do Capibaribe


Com objetivo de criar oportunidades de novos negócios e mercados, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico realizará uma série de eventos com foco no e-commerce. O primeiro desses eventos será o "I Seminário de Comércio Eletrônico de Santa Cruz do Capibaribe-PE".


O segmento de moda e vestuário é um dos que mais crescem no comércio eletrônico brasileiro. Vamos explorar as possibilidades e oportunidades de negócios na internet.

Faça sua inscrição agora mesmo no link: www.bit.ly/1trASj7

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Qualipolo: Cursos de férias começam hoje em Santa Cruz do Capibaribe

O Qualipolo é um projeto que visa a qualificação profissional dos empreendedores e colaboradores de Santa Cruz do Capibaribe e região. O projeto é uma realização do SENAI e da CDL Santa Cruz do Capibaribe com apoio do SEBRAE, CESAC, ASCAP e Moda Center Santa Cruz.

As aulas estão previstas para começar hoje (21) de julho e vão até o dia 1 de agosto. Serão duas semanas de cursos, e na primeira os participantes poderão participar de cursos como: a eficácia da liderança, atendimento ao cliente, contabilidade gerencial (módulo básico), gestão de estoques, técnicas de vendas, marketing digital e redes sociais, técnicas para encarregados de produção, cool Hunter (caçador de tendências), desenvolvimento de habilidades gerenciais, personal atendimento em vendas de vestuário e oratória.

Já na segunda semana, que vai do dia 28 de julho a 1º de agosto, os cursos são de atendimento ao cliente, gestão de crédito e cobrança, logística, segurança e saúde no trabalho, técnicas de vendas, técnicas para encarregados de produção vitrinismo e cool Hunter (caçador de tendências).

Cada curso custa 65 reais para associados e R$ 80 para não associados, serão 25 vagas por turma e as aulas acontecerão simultaneamente no CESAC, na CDL, ASCAP e no SENAI.

As inscrições estão sendo feitas apenas na CDL e você pode pegar mais informações pelo telefone: 3731-2850.

Programação:

Apesar da manutenção, juros altos dificultam retomada do setor varejista, diz CNDL

Fonte: Ascom CNDL

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros brasileira (Selic) em 11% ao ano seguiu a previsão feita pelos economistas da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mas desagradou o setor produtivo varejista, que desde o mês de março assiste à alta dos juros refletir na queda das vendas do comércio.

Os líderes das duas entidades frisam que, apesar da provável manutenção da taxa básica pelo menos até o fim da campanha eleitoral, a Selic continuará em nível considerado elevado, o que impacta negativamente nas vendas a prazo e dificulta a situação das famílias endividadas.

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, manter a taxa básica de juros alta diante de um cenário de total desaceleração da economia só evidencia o descompasso da política monetária com a atual realidade brasileira.
"Por falta de investimentos para impulsionar a produtividade e por apostar numa política fiscal expansionista, o Brasil agora tem que tomar o mais amargo dos remédios para frear a inflação", disse Pellizzaro Junior. 

Carro é o campeão em financiamentos no Brasil

Por: Roque Pellizzaro Jr.

Uma pesquisa encomendada pela CNDL e pelo SPC Brasil para estudar o uso das modalidades de crédito pelo consumidor mostra que entre aqueles que atualmente têm um financiamento no Brasil, 35% assinaram o contrato com o intuito de comprar um carro. A compra do automóvel aparece em primeiro lugar na lista – com 35% das intenções – ao passo que outros objetivos como reformar a casa ou pagar a faculdade aparecem no final da lista, com 4% e 3% das intenções, respectivamente.


A maneira ideal de se comprar um bem é fazer um planejamento a longo prazo, aplicar o dinheiro aos pouquinhos em um investimento e, ao final, comprar o bem a vista, podendo o consumidor até barganhar um bom desconto no pagamento. Na teoria, esse seria o cenário perfeito: o consumidor não paga juros, compra o bem por um valor menor do que se tivesse que parcelar e ainda quita o produto em um período de tempo mais curto do que se tivesse que financiá-lo.

No entanto, na prática, este projeto requer disciplina. Além disso, muitas vezes o consumidor precisa muito daquele bem ou não quer esperar tanto tempo para juntar todo o dinheiro para comprá-lo a vista. As ferramenta de crédito não devem ser vistas como vilãs. Elas surgem justamente para dar vazão aos sonhos do consumidor, principalmente os de longo prazo. No entanto, essas ferramentas precisam ser utilizadas com planejamento e inteligência para o sonho não acabar virando um problema.

E raciocínio não é diferente no financiamento do carro. O consumidor pode economizar até 20% do valor total do financiamento de um carro novo, simplesmente pesquisando as diferenças de custo entre outros bancos – sem precisar aumentar o valor da entrada, nem encurtar o prazo de pagamento. Darei o exemplo de um consumidor que deseja financiar um carro de R$ 25 mil no prazo de 36 meses, sem entrada. Se a pessoa vai em um Banco A, que oferece uma taxa de juros de 1,7% ao mês, ao final do financiamento ela terá pago R$ 33,6 mil, sem incluir o IOF no cálculo. Agora se ela procurar o Banco B, que oferece as mesmas condições, mas uma taxa menor, de 1% ao mês, ela ao final terá pago R$ 29,8 mil pelo financiamento. Ou seja, terá economizado R$ 3,7 mil.

Pouca gente sabe, mas os preços dos juros não são fixos e podem ser negociados, dependendo do perfil do cliente, das condições de pagamento e até do modelo do carro. Por isso é indispensável pesquisar e negociar. O consumidor pode conseguir baratear o preço dos juros, dependendo da quantia que vai dar de entrada e do tamanho do prazo que vai precisar para quitar o carro. Além disso, as concessionárias costumam variar o preço dos juros, dependendo da marca e do modelo do carro.

Outro alerta é para a tática do “juro zero”, que é extremamente utilizada nos anúncios das concessionárias. O juro zero, na maioria das vezes simplesmente não existe. Normalmente os juros estão camuflados no custo total do carro, já que o mesmo modelo é vendido a vista pela concessionária com um bom desconto. Na verdade, para ser juro zero, o valor financiado tem que ser exatamente igual ao valor a vista, o que quase nunca acontece.

1) Não comprometa mais do que 30% do orçamento líquido familiar com as parcelas, ou seja, 30% de tudo aquilo que sobra, depois de quitadas as despesas da família. Se houver uma outra dívida, como por exemplo o parcelamento de um imóvel, é preciso encaixar os dois financiamentos dentro desses 30%;

2) Tente reduzir ao máximo o número de prestações. Se o valor não atingir o teto de 30% do seu orçamento líquido, é recomendável reduzir o número de parcelas. É que, de modo geral, quanto menor é o número de parcelas, menor também é o valor cobrado pelos juros;

3) Existem atualmente no mercado modalidades de financiamento de longuíssimo prazo, de até 84 parcelas, ou seja, sete anos. Lembre-se que o carro, sobretudo o zero, é um bem que desvaloriza rapidamente e costuma gerar altos custos de manutenção depois do terceiro ano de uso. Assim, a recomendação é limitar o financiamento a 36 meses, no máximo.

Roque Pellizzaro Junior | Presidente da CNDL 

Diretoria da Câmara de Atacadistas Têxtil se reúnem para discutir resíduos da indústria têxtil de Santa Cruz do Capibaribe

A sensibilidade em prol do meio ambiente deve partir de todos e com essa visão, a diretoria da Câmara de Atacadistas Têxtil da CDL de Santa Cruz do Capibaribe tem como intuito ampliar a discussão acerca do descarte dos resíduos oriundos da indústria têxtil do município. Para isso, foi realizada uma reunião na última quinta-feira (17), onde estiveram presentes o Coordenador da Câmara, Gustavo Bezerra e o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente de Santa Cruz do Capibaribe, Bruno Bezerra, além de vários diretores que compõem a Câmara Setorial.

A reunião foi solicitada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente da cidade e, de acordo com o coordenador da Câmara, Gustavo Bezerra, a câmara aceitou já que o meio ambiente será o grande beneficiado. Algumas ações foram discutidas e em breve será dado início a uma série de medidas que terão como alvo principal amenizar o impacto desses resíduos no meio ambiente da cidade e da região.