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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Vendas de loja crescem 25% após reformulação da vitrine

Fonte: Globo.com




A vitrine de uma loja tem a função de seduzir e fazer o consumidor entrar e comprar. Oitenta por cento da decisão de compra do cliente ocorre na vitrine, que é, portanto, o primeiro e mais importante instrumento de venda do estabelecimento. Com técnica e criatividade, é possível montar uma boa vitrine sem gastar muito. Entre as alternativas estão elevar o piso, usar iluminação focada de LED amarela, prender suportes no teto para pendurar objetos, criar ambientes temáticos e trocar os produtos a cada 15 dias.
Na capital paulista, uma loja de roupas infantis é um exemplo de que uma vitrine bem planejada pode ser uma estratégia de venda. Até março deste ano, a vitrine da Piks era mal iluminada, sem graça, com objetos expostos na horizontal. Quando a loja reformulou o espaço, as vendas aumentaram em torno de 25% de imediato. A vitrine foi refeita pelo visual merchandiser Ará Candio, que dividiu o espaço por seções, usou displays de madeira pendurados e brincou com manequins flexíveis, de pano, além de enfeitar com balões e brinquedos coloridos. O especialista faz 12 consultorias e fatura R$ 30 mil por mês.
No Brás, no centro de São Paulo, um shopping atacadista de moda considera as vitrines tão importantes que contratou um visual merchandiser só para checar a qualidade de cada uma delas nas diferentes lojas do estabelecimento. Para a consultora de mercado Heloísa Omine, é possível utilizar vários recursos para valorizar a vitrine, como fotos, molduras, luzes de neon, telões ou cascatas. De acordo com ela, não é preciso gastar muito, o segredo é usar a criatividade e misturar materiais simples como papel, plástico e madeira, compondo cenários na vitrine. E o retorno é imediato.

I Concerto de Música Sacra lotou Igreja de São Cristovão em Santa Cruz do Capibaribe

A missa encerrou e de repente um belo som chama atenção do público que lotou a Igreja de São Cristovão, e logo começou o I Concerto de Música Sacra, promovido pela Banda Novo Século e Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, com apoio da CDL Santa Cruz do Capibaribe.

O evento contou com a participação da cantora Luciola Fernandes e do Padre Joselito, que cantaram clássicos da música sacra. O evento aconteceu na noite deste domingo, 31 de agosto.


Confira as fotos desse belíssimo evento.








Exportações crescem mais que importações no segundo trimestre

Fonte: Agência Brasil

As exportações de bens e serviços na economia brasileira cresceram 2,8% no segundo trimestre deste ano na comparação com os três primeiros meses de 2014, informou hoje (29) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como as importações caíram 2,1%, o resultado do comércio exterior ajudou a atenuar a queda do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), que foi 0,6%.

Os principais produtos que puxaram a alta das exportações foram os da indústria extrativa mineral, especialmente o petróleo e o carvão, assim como os metalúrgicos, os agropecuários, os da siderurgia e os óleos vegetais. As importações, por outro lado, caíram em grande parte pela redução das compras de máquinas e tratores, de produtos da indústria automotiva, de equipamentos eletrônicos, material elétrico, extrativismo mineral, perfumaria e farmacêuticos, artigos de borracha e de vestuário. A queda da importação de bens de capital foi uma das causas do recuo nos investimentos, que chegou a -5,3%.

Impulsionado pelo câmbio favorável, segundo o IBGE, o resultado recupera parte da queda sofrida no trimestre passado, quando as exportações caíram 3,8% em relação ao fim de 2013.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, também houve alta das exportações, de 1,9%, e queda das importações, de -2,4%. Apesar disso, nos últimos 12 meses, as importações cresceram mais que as exportações, com variação de 4,2% contra 3,4%.

O crescimento maior no segundo trimestre também não fez com que as exportações ultrapassassem as importações em valor absolutos. Enquanto a soma de produtos e serviços contratados pelo Brasil está em R$ 186 bilhões, o total que é vendido para o exterior é estimado em R$ 158 milhões.

Salário mínimo previsto para 2015 será de R$ 788,06, diz ministra

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, anunciou nesta quinta-feira (28) que o Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) elaborado pelo governo prevê salário mínimo de R$ 788,06 a partir de 1º de janeiro de 2015. O valor representa um reajuste de 8,8% em relação aos atuais R$ 724,00.

Segundo a assessoria da ministra, o impacto do aumento do salário mínimo nas contas públicas, com o pagamento de benefícios, será de R$ 22 bilhões em 2015.

Belchior fez o anúncio após entregar o projeto da Lei Orçamentária ao presidente do Senado, Renan Calheiros. Depois de ser entregue ao Congresso, o projeto passa pela análise da Câmara e do Senado e pode sofrer alterações antes de ser aprovado.

O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“O salário mínimo previsto no Orçamento para 2015, a partir de janeiro de 2015, será de R$ 788,06. É a regra que está estabelecida de valorização do salário mínimo”, disse a ministra ao deixar o gabinete do presidente do Senado.

A ministra disse que as “grandes prioridades” do projeto são as áreas de saúde, educação, combate à pobreza e infraestrutura. O prazo para que o Executivo envie sua previsão de como vai arrecadar e gastar os recursos públicos termina sempre no dia 31 de agosto, conforme determina a lei.

Belchior pediu a Calheiros uma “análise rápida” da proposta de modo que seja aprovada até o final do ano, prazo que não precisa ser cumprido obrigatoriamente pelo Congresso. Ainda assim, o presidente do Senado disse que o pedido da ministra poderá ser atendido.

“Coloquei toda a equipe do ministério do planejamento a disposição do Congresso Nacional para os esclarecimentos necessários para que o Congresso possa fazer uma análise rápida do orçamento e poder votá-lo até o final do ano, prazo com o qual o presidente do Senado confirmou que é possível fazer”, declarou Miriam Belchior.

Outros detalhes sobre a proposta orçamentária, segundo Belchior, serão dados durante coletiva de imprensa no Ministério do Planejamento em seguida.

O Congresso Nacional ainda não aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015, que deveria servir de base para a elaboração pelo Executivo da proposta orçamentária. Deputados e senadores entraram em recesso informal, chamado “recesso branco”, para poderem se dedicar à campanha eleitoral nos seus estados e só deverão retomar as atividades plenas nas casas após o segundo turno, marcado para 26 de outubro.

A Constituição Federal determina que o recesso oficial do Legislativo só poderia ocorrer se os parlamentares aprovassem a LDO até o último dia de trabalho do semestre (neste ano, 17 de julho).

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Evento no Parque Florestal encerra Semana da Pessoa com Deficiência em Santa Cruz do Capibaribe

Encerrando a Semana Estadual da Pessoa com Deficiência, em Santa Cruz do Capibaribe, foi realizada na manhã de hoje (29), um evento no Parque Florestal da cidade. Com o tema “Educação, Família e Sociedade: unidos no processo de inclusão”, a programação vem sendo desenvolvida desde o último sábado (23), onde aconteceu uma palestra e uma capacitação com os professores da rede municipal de ensino.

No decorrer da semana, foram realizadas palestras, mostra de cinema, apresentações de teatro, dentre outras atividades, com o intuito de levar ao conhecimento da sociedade os direitos da pessoa com deficiência, para que eles sejam reconhecidos e respeitados.

O ponto máximo desse importante evento aconteceu hoje com a apresentação de várias temáticas no Parque Florestal. De acordo com a executiva da CDL, Katyane Amaral, é de extrema importância a realização de eventos desse tipo na cidade. “Este encontro é de grande valia, pois orientar e conscientizar a classe empresarial de Santa Cruz sobre a necessidade em dar oportunidades aos deficientes, todos têm capacidade para desenvolverem diversas atividades dentro das empresas”, explicou Katyane.









Mercado de moda de Pernambuco precisa ser mais ousado, diz especialista‏

O Polo de Confecções do Agreste registra um posicionamento mercadológico muito importante hoje em dia para o estado. Relatório apresentado ano passado, o novo Estudo Econômico do Arranjo Produtivo Local do Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco-2012, revelou um novo mapeamento em que se destaca a existência de mais de 18 mil unidades produtivas em que são produzidas no Polo de Confecções cerca de 842,5 milhões de peças/ano. Apesar do expressivo volume, é necessário focar nas potencialidades da região de forma estratégica para obter a visibilidade nacional que lhe é merecido, aponta a especialista pernambucana Larissa Maçães da Adatto Fashion Business/ TNVG.

Especialmente diante da tendência da moda sustentável que tem conquistado muitos criadores fashions brasileiros, como as paulistas Vanessa Montoro e Flávia Aranha e a baiana Márcia Ganem. “É preciso lembrar que não se faz nada sustentável sem ter uma visão de negócio. Moda é uma expressão do povo de uma época, mas como modelo de negócio ele tem que se desenvolver, especialmente em Pernambuco, em que há tantos diferenciais para ser conferido e comprado pelo mundo. Não se tem desenvolvimento, modelagem nas fábricas que acabam ficando limitadas no que já está lançado no mercado. Não há como finalizar uma coleção própria com sua identidade”, destaca a consultora, que é a única brasileira com expertise em estilo e imagem pelo instituto britânico ColourMe.

Este novo conceito que permeia em muito a proposta desses estilistas que andam se projetando no cenário nacional e local não são uma investida à toa, afinal, estamos falando de uma tendência pautada por uma geração mais consciente pela necessidade do país em preservar sua biodiversidade. E por isto, este moderno movimento anda ocupando as passarelas e as ruas, mostrando que isto é antes de tudo uma questão de comportamento e reflexo de personalidade. Mas, no que diz respeito à negócio para o mercado fashion, é preciso avançar em alguns quesitos segundo a especialista pernambucana, radicada em São Paulo há mais de 10 anos.


Para ela, Marigá em Londrina, por exemplo, é o principal de jeans produzindo e vendendo 250 mil calças jeans por ano, pois trabalha com o desenvolvimento de produtos seguindo o caminho mais certo para se manter no mercado. Antes de chegar em São Pão, a moda passa por Arcoverde, mas falta colocar marca e essência na produção local, assim como o valor agregado ao produto quando ele sai daqui de Pernambuco. “É preciso pensar o que será dos próximos 5 anos para desenvolvimento do negócio, planejar-se para lá. O governo pode e tem que ajudar sim no processo, mas também precisa-se que os empreendedores façam sua parte. Eu fico esperando que o governo faça, pego o dinheiro para investir agora, e não tenho uma cobertura por que não fiz um planejamento a longo e médio prazo”, ressalta a especialista em Varejo de moda, que já atuou na Riachuelo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Inscrições só até hoje


Novas cartilhas orientam empreendedores

Fonte: Portal dos Administradores

O Sebrae lançou nesta quarta-feira (27) duas novas cartilhas elaboradas para auxiliar empreendedores que têm ou planejam abrir uma loja de comércio eletrônico. Os dois documentos já estão disponíveis no Portal Sebrae. Uma das cartilhas apresenta um tira-dúvidas sobre os aspectos legais do e-commerce e a outra esclarece dúvidas relacionadas ao tema da tributação .

A cartilha sobre aspectos legais do comércio eletrônico orienta que nem todo e-commerce é juridicamente igual e ressalta a importância dos empresários que comercializam produtos e serviços respeitarem o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que regula as relações de consumo no Brasil, mesmo na internet. A cartilha também alerta os empresários sobre as exigências do Decreto nº 7.962/2013, que passou a ser, juntamente com o CDC, o principal regulamento do e-commerce no Brasil. A legislação criou, por exemplo, o direito de arrependimento, que permite que o cliente cancele online, a compra realizada até sete dias após a entrega do produto, sem que tenha que justificar o motivo para tanto.

O tira-dúvidas sobre a tributação explica que o e-commerce pode ser enquadrado em duas diferentes atividades: a de comércio varejista ou a de atacadista de bens (venda de produtos e bens próprios) e de prestação de serviços (incluindo as operações de marketplace, em que serviços de vários vendedores são ofertados e comercializados e recebem um valor pela intermediação dos negócios realizados nesse ambiente). Na cartilha, o empreendedor vai encontrar respostas sobre as diferenças na tributação de entre um estabelecimento físico e o e-commerce, esclarecimentos sobre o Simples Nacional, orientação sobre emissão de nota fiscal para as vendas via internet, entre outras.

I Concerto de Música Sacra será realizado em Santa Cruz do Capibaribe


Índice de Confiança do Comércio cai 7,3% no trimestre

Fonte: Agência Brasil
 Comércio

O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 7,3% no trimestre finalizado em agosto (período de junho a agosto) em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a FGV, o recuo foi provocado por pioras nas avaliações dos empresários do setor sobre o momento presente e sobre o futuro.

O subíndice da Situação Atual, que avalia o presente, caiu 12,1% no trimestre finalizado em agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o subíndice de Expectativas, que analisa a confiança em relação aos próximos meses, teve queda de 4,3% no mesmo período.

Segundo a FGV, a aceleração das vendas em julho e agosto foi mais fraca do que o esperado para o período pós-Copa do Mundo. O desapontamento dos empresários com a fraca recuperação, aliada às chances pequenas de mudanças no curtíssimo prazo, mantém o cenário de baixo crescimento para o comércio até o final do ano.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

No dia do Corretor de Imóveis, os profissionais são destaque no Bom Dia Pernambuco

27 de agosto: Dia do Corretor


Com atividade econômica estagnada, número de empresas inadimplentes cresce 7,11%

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

As empresas brasileiras estão com mais dificuldades para pagar suas contas. Segundo o novo indicador SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) de inadimplência da Pessoa Jurídica, lançado hoje, quarta-feira, dia 27, a quantidade de empresas com dívidas em atraso cresceu 7,11% no mês de julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da leve desaceleração em relação à alta de junho (7,80%), este é o quarto mês seguido em que o crescimento se mantém acima de 7%. Já na passagem de junho para julho, os dados do SPC Brasil mostram que houve uma ligeira aceleração e o crescimento ficou em 0,37%.


Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o atual cenário de estagnação da economia e custos maiores impactaram o fluxo de caixa das empresas. "O aumento do custo dos financiamentos com juros elevados, inflação no limite da meta e o ambiente de baixa atividade econômica estão impondo dificuldades à situação financeira das empresas. Além disso, a piora da confiança do consumidor e o crescimento da inadimplência da pessoa física são fatores que influenciam", explica a economista.

Na comparação anual, a região nordeste apresentou o maior crescimento do número de pessoas jurídicas inadimplentes (9,2%), seguida pelos Estados do Norte (6,9%), Sudeste (6,3%), Centro-oeste (4,6%) e Sul (4,0%). Apesar da variação abaixo da média nacional, os Estados da região Sudeste concentram 43,29% do total de empresas com dívidas em atraso no Brasil.


Dívidas em atraso

A alta do número de dívidas em atraso, que ficou em 6,17% na base anual de comparação, foi puxada principalmente pelo crescimento de compromissos financeiros atrasados em que o comércio é o setor credor. O segmento respondeu por 1,8 pontos percentuais da alta total, mesma contribuição do setor de bancos e pouco à frente da indústria, que contribuiu com 1,3 pontos percentuais do crescimento global das dívidas em atraso.

Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, o levantamento de julho denota que as empresas estão com dificuldades para pagar seus compromissos financeiros no curto prazo. Exemplo disso é que na análise das empresas com dívidas pendentes por tempo de atraso, observa-se uma perda de fôlego das dívidas atrasadas em até 90 dias. Em junho, o crescimento desta faixa de atraso estava em 17,45% e desacelerou para uma alta de 8,23% em julho. Por outro lado, as empresas com dividas em atraso de 91 a 180 dias foram as que mais crescerem na comparação anual: partindo de um crescimento de 10,37% em junho para 11,07 em julho. O movimento do indicador mostra que as dívidas estão se mantendo na base de compromissos em atraso, passando da categoria de até 90 dias para a categoria de 90 a 180 dias.


Novo indicador

A partir deste mês de julho, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) passam a divulgar o Indicador Mensal de Inadimplência da Pessoa Jurídica. O objetivo é proporcionar uma ferramenta de análise e indicador de tendências para as empresas brasileiras, a exemplo do que já acontece com o indicador de inadimplência da Pessoa Física, divulgado mensalmente pelas duas instituições.

Dificuldades de sair do vermelho

Por: Roque Pellizzaro Jr.

Uma estudo encomendado pela CNDL e pelo SPC Brasil em julho mostrou que quatro em cada dez (37%) consumidores inadimplentes admitem que não vão pagar suas dívidas nos próximos três meses. Isso porque não têm condições de arcar com o valor (28%) ou, então, por falta de interesse em regularizar o débito (9%).

O mais interessante é que quando indagados sobre as dificuldades enfrentadas para iniciar uma negociação e pagar a dívida, 36% dos consumidores admitem que o principal empecilho é abrir mão do atual padrão de consumo, ao deixar de comprar produtos que satisfazem desejos momentâneos.

Minha avaliação é que a resistência em cortar despesas e em mudar o padrão de consumo são alguns dos erros mais comuns para quem precisa ‘sair do vermelho’ e sinalizam a falta de preocupação com o futuro. Exemplo disso é que quase um quarto (24%) dos inadimplentes admite que costuma deixar de pagar alguns compromissos financeiros para adquirir um determinado produto que gostaria de ter. Entre os consumidores adimplentes entrevistados, o percentual cai para 9%.

Outro dado que reforça a conclusão de que os entrevistados com contas em atraso assumem posturas mais imprudentes é que 18% da amostra deste grupo não têm o hábito de pesquisar preços alegando “falta de tempo”. Entre os adimplentes o índice é de apenas 7%. Apenas dois em cada dez (20%) consumidores inadimplentes disseram ter alguma poupança para realizar um sonho no futuro, ao passo que 56% dos adimplentes consideram-se financeiramente determinados para realizar metas de longo prazo e 66% são mais dispostos a poupar para isto.

Acredito que a primeira atitude para organizar as finanças pessoais é reconhecer a necessidade de mudar hábitos que colocam o bolso em risco. Dois graves erros são subestimar os pequenos gastos, que passam despercebidos no dia a dia e fazer compras para que as demais pessoas tenham uma imagem positiva ao seu respeito, principalmente, pelas coisas que você possui ou veste. Fazer uma autoavaliação para entender o porquê de não estar honrando seus compromissos financeiros também é fundamental para que a experiência negativa sirva de aprendizado.

Outra opção é fazer um acordo para quem se está devendo. Ao propor um acordo com o credor, é possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar a vista, é possível até pedir um desconto no valor total da dívida. Essas condições são bem vantajosas e possíveis de negociação em boa parte dos casos.

O devedor precisa ser firme e demonstrar que quer pagar a dívida, pedindo os valores atualizados e oferecendo uma contraproposta dentro de suas reais possibilidades. Além disso, é necessário que o consumidor mantenha a disciplina e não realize novas compras, principalmente parceladas, enquanto estiver pagando as prestações da dívida.

* Roque Pellizzaro Junior | Presidente da CNDL 


SPC Brasil participa do 1º Congresso de Educação Financeira para crianças

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

Especialistas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de educação financeira 'Meu Bolso Feliz' participarão, nesta quinta-feira (28/8), do 1º Congresso de Educação Financeira para Crianças (Conefinho). O objetivo do encontro é reunir professores, pais e crianças para discutir e promover conceitos de finanças, empreendedorismo e sustentabilidade voltados para o público infantil.


Entre 10h e 10h30, a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti e o educador financeiro do Portal 'Meu Bolso Feliz' -- mantido pelo SPC Brasil -- José Vignoli, vão promover um debate sobre os desafios de como agir no dia a dia para contribuir com a educação financeira das crianças e transformá-las em adultos financeiramente responsáveis.

Desde março deste ano, o SPC Brasil mantém uma parceria com o cartunista Maurício de Sousa, que publica regularmente em seus gibis histórias cujos roteiros são desenvolvidos pela equipe do Portal 'Meu Bolso Feliz' e focadas na formação da consciência financeira de jovens e adolescentes. Todos os meses são publicadas quatro historinhas em diferentes edições da Turma da Mônica.

A programação do Conefinho também inclui outros especialistas em finanças que vão discutir e incentivar a prática de conceitos sustentáveis para que esses jovens aprendam a poupar e formar um patrimônio financeiro ao longo da vida, colaborando com o bom desenvolvimento da economia no país.



terça-feira, 26 de agosto de 2014

Entrevista Marcone Junior – Setor de tributação da Prefeitura de SCC


A Câmara Setorial dos Corretores Imobiliários da CDL Santa Cruz do Capibaribe, através do seu coordenador, Porfírio Junior, firmou uma parceria com a prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, através do Setor de Tributação, a fim de amenizar as filas para os contribuintes que desejam regularizar seu imóvel. Nós do Blog da CDL fomos ouvir o Diretor de Tributação da Prefeitura, Marcone Junior, onde o mesmo falou sobre a importância dessa parceria. Confira a entrevista!


Qual a importância de uma parceria como esta da prefeitura com os corretores de Santa Cruz do Capibaribe, no sentido de regularizar os imóveis da cidade?

Marcone Junior – Importante parceria porque trará tranquilidade para os contribuintes e para o município que irá ter no seu cadastro imobiliário, imóveis regularizados. Com isso terão facilidades no mercado imobiliário e a garantia que seu imóvel está devidamente regularizado.

Como vai funcionar a parceria?

Marcone Junior – A câmara setorial da CDL irá nos fornecer uma lista de todos os associados, corretores e empresas imobiliárias, onde poderão deixar um malote com os documentos necessários para os serviços que deseja, e será entregue no outro dia concluído. Os Serviços são: Emissão de ITBI Normal e Minha Casa Minha vida, Desmembramento, Remembramento, Cadastramento, Recadastramento de imóveis. Com isso os contribuintes que optarem pelos serviços das imobiliárias e corretores não terão mais que se dirigir até nosso departamento evitando assim “filas”. Um serviço a mais para esses profissionais que estão ganhando espaço no mercado competitivo.

O que a cidade pode esperar em termos de melhoria com a concretização dessa parceria?


Marcone Junior – Melhoria do tipo, seu imóvel estará cadastrado no município, recebendo sua correspondência no endereço correto, proprietários de terrenos receberão também correspondência relativa ao IPTU em seus imóveis em um único endereço de correspondência, poderão vender ou comprar imóveis sem imprevistos, reformar, construir sem problemas.

Semana da Pessoa com Deficiência de Santa Cruz do Capibaribe terá uma programação cheia de palestras e formação para educadores

Teve início neste sábado (23), a programação da Semana da Pessoa com Deficiência 2014, em Santa Cruz do Capibaribe. Com o tema “Educação, família e sociedade: unidos no processo de inclusão”, o evento teve abertura no Clube Ypiranga com formação continuada para professores da rede municipal, com palestra do professor Antônio Muniz, membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do estado de Pernambuco (CONED), que falou sobre a educação inclusiva e suas possibilidades.
Na abertura da Semana da Pessoa com Deficiência o secretário de educação, Joselito Pedro, falou da importância do evento para Santa Cruz. “Nós estamos envolvendo no evento diversas secretarias do governo e a população para mostrar que a pessoa com deficiência pode se inserir de forma competente na sociedade”, destaca. Joselito também agradeceu à equipe da Secretaria de Educação e ao prefeito Edson Vieira, que esteve presente no encerramento da formação e reforçou o apoio da gestão à temática da pessoa com deficiência.
A programação da Semana da Pessoa com Deficiência segue até o próximo dia 29. Nesta segunda-feira (25) haverá panfletagem dos paratletas no Moda Center Santa Cruz, sessão de cinema no Teatro Municipal e oficinas em educação inclusiva para profissionais da educação na Escola Especial Virgilina Pereira.

“Essa causa não é uma questão de assistencialismos, e sim uma questão de sensibilidade, de olhar, de enxergar a pessoa com deficiência como um cidadão normal que está lutado para que seus direitos sejam respeitados. A Semana da Pessoa com Deficiência será de mobilização social, cultural e esportiva, uma semana verdadeiramente inclusiva”, disse Clécia Lira Coordenadora de Inclusão.
O presidente do COMDEF, Renê Atleta, falou que os paratletas santa-cruzenses também irão participar da Semana da Pessoa Com Deficiência 2014. “Os paratletas estarão no Moda Center na próxima segunda-feira (25), fazendo panfletagem do evento, também será montada uma tenda com informações sobre a prática esportiva inclusiva”.
Confira a programação de palestras: