Topo

Topo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Parabéns


A CDL e o Sindiloja Santa Cruz do Capibaribe parabenizam Tais Cardoso, ela que é secretária do Sindiloja. Os colaboradores da CDL se reuniram na manhã desta quarta-feira (23), para um café da manhã comemorativo em alusão ao seu aniversário. À ela, desejamos os mais sinceros votos de muita paz, saúde e felicidade!

Parceria da CDL, ASCAP, Sindilojas e Ascont possibilitará treinamento de CFOP e CST em Santa Cruz do Capibaribe


terça-feira, 22 de abril de 2014

Novo modelo de impostos pode facilitar crescimento de microempresários

Fonte: R7 Notícias

Branco está de olho nas mudanças do
Simples Nacional para alavancar sua empresa
Luís Eduardo Branco é dono de uma padaria em Presidente Prudente, interior de São Paulo, e, como milhares de empreendedores no Brasil, sonha em crescer, mas encontra um obstáculo: os impostos.

Essa barreira, no entanto, pode ficar um pouco menor neste ano. O governo federal já anunciou que vai alterar o Simples Nacional, o regime tributário simplificado adotado por micro e pequenas empresas. As mudanças ainda não foram definidas, mas estão em discussão no Congresso e devem ser aprovadas em 2014.

Só podem participar do Simples as microempresas com receita bruta anual de até R$ 360 mil, além das empresas de pequeno porte com receita entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões.

Ultrapassando esses valores, a empresa sai do regime simplificado e cai no lucro presumido ou lucro real, modelos tributários com maior carga de impostos.

— Sair do Simples é suicídio. Mesmo crescendo, o faturamento não compensa o aumento da carga tributária, em cerca de 30%.

Para empresários como Branco, o problema do Simples hoje é justamente o limite de faturamento. O empresário, que aderiu ao sistema logo na sua criação, em 2007, e tem 60 funcionários, precisa se policiar para ficar dentro da faixa, o que significa um ponto-final para a expansão do negócio.

— A lei, como está, não favorece quem quer crescer. Um tio meu saiu do Simples e foi à falência.

Para mudar esse cenário, o governo federal criou neste ano o Comitê Interministerial de Avaliação do Simples Nacional, que vai acompanhar o regime tributário simplificado e propor melhorias nas regras.

O que pode mudar?

Além da exigência de faturamento, só podem participar desse sistema as empresas de trabalho manual — ou seja, estão impedidas aquelas com atividades intelectuais.

O consultor tributário e sócio da Crowe Horwath Macro, Leandro Cossalter, explica que não podem participar do Simples empresas de advocacia, contabilidade e comunicação, por exemplo (confira ao final o que é o Simples e quem pode participar).

Por isso, o limite de faturamento e a diversificação das empresas estão no centro das mudanças.

“A burocracia tributária no Brasil é muito alta, o que gera informalidade. Se o Simples fosse ampliado, abrisse para outros ramos ou aumentasse o limite de faturamento, a Receita poderia ganhar mais em volume e consistência na arrecadação”, opina Cossalter.

O consultor Julio Durante, do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), aponta ainda que a política de incentivo acaba criando diferenças entre as microempresas e as tratando de forma desigual.

— É necessário ter um aprimoramento no funcionamento do Simples, para que haja inclusão social e traga novas empresas.

O senador Anibal Diniz (PT-AC), que registrou a instalação do comitê, garantiu que o governo pretende ampliar o Simples para beneficiar um número maior de empresas.

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou no último dia 8, em votação simbólica, um projeto que trata da substituição tributária para quem utiliza o Simples.

Câmara votará no dia 29 mudanças na lei da microempresa

Burocracia

O Sebrae também aponta o excesso de burocracia para abrir ou fechar uma empresa no Brasil como um grande obstáculo. Para a companhia, quando um empresário passa muito tempo lidando com a burocracia, tem menos tempo para cuidar da qualidade do seu produto.

Segundo Diniz, até o fim do ano, deve ser lançado ainda o portal da rede Simples, que irá integrar as ações do governo federal com Estados e municípios para acelerar esse processo.

— Hoje são necessários, em média, 150 dias para abertura de empresas. O objetivo é reduzir esse prazo para cinco dias.

No início de abril, a presidente Dilma voltou a fazer a mesma promessa — pela quarta vez em 2014. Ela disse que tem o compromisso de, até o fim do ano, mostrar os frutos do processo de simplificação.

Você está pronto para abrir sua própria empresa?

Saiba mais sobre o Simples

Atualmente, 7 milhões de MEIs (Microempresários individuais) e 4 milhões de micro e pequenas empresas aderiram ao programa. Segundo o Sebrae, isso representa de 85% a 90% dos pequenos empresários.

Cossalter explica que, em vez de recolher cinco ou seis tributos, as empresas passam a recolher apenas um com o Simples. O consultor jurídico do Sebrae-SP Silvio Vucinic afirma que, além disso, também há simplificação das declarações de informações socioeconômicas e fiscais das empresas.

— Enquanto o optante do Simples tem que declarar a Defis, a DIRF e a Rais, que são anuais, e a GFIP/SEFIP, que é mensal, as empresas que não estão no Simples têm que declarar todas essas, exceto a Defis, e mais diversas outras, dependendo do ramo de atividade. Isso se trata apenas de declarações federais. As empresas ainda têm declarações estaduais e municipais.

Para Durante, ocorre uma redução de 60% ou mais na carga tributária das micro e pequenas empresas.



Proteção aos superendividados pode virar lei

Fonte: Agência Brasil

A preocupação com o superendividamento dos brasileiros pode levar à criação de uma lei de proteção ao consumidor. O Projeto de Lei do Senado 283/12, que disciplina a oferta de crédito ao consumidor e previne o superendividamento, pode ser votado no plenário da Casa ainda este mês. O projeto faz parte da reforma do Código de Defesa do Consumidor, que também inclui proposta que regulamenta as compras pela internet.

O projeto prevê a garantia do crédito responsável, a educação financeira e a prevenção e tratamento das situações de superendividamento. Estabelece ainda o conceito do “mínimo existencial” de renda, que deve ser garantido por meio de revisão e repactuação de dívidas. De acordo com o projeto, a soma das parcelas reservadas para pagamento de dívidas não poderá ser superior a 30% da remuneração mensal líquida e, assim, será preservado o “mínimo existencial”.

O projeto também prevê que, a pedido do consumidor, o juiz poderá instaurar processo de repactuação de dívidas, com realização de audiência conciliatória. Nessa audiência, o consumidor apresentará uma proposta de plano de pagamento, com prazo máximo de cinco anos, sempre preservando o mínimo existencial.

A asssessora do Procon-SP Vera Remedi considera que o mais preocupante, atualmente, são os consumidores que pagam as contas todos os meses, mas têm endividamento acima da renda. Ela lembra que muitos usam o crédito caro, como rotativo do cartão de crédito e cheque especial para rolar suas dívidas.

“O que mais me preocupa são os superendividados adimplentes. Não existem muitas propostas para renegociar dívidas. As pessoas, às vezes, têm só 20% da renda para o pagamento de despesas básicas de alimentação, transporte e moradia, daí usam cartão de crédito e cheque especial e ficam sem saída. A pessoa assume muitos contratos que não são adequados à sua situação financeira”, explica.

Para Vera, há uma irresponsabilidade na concessão de crédito no país. “Os consumidores cobrem uma dívida com juros muito altos. Ainda contribui para isso a venda casada de seguro, o crédito com troco, as ofertas de crédito por telefone ou caixa eletrônico. Tudo o que é mais fácil, tem juros mais altos. Todas são contrações feitas na base da emoção do consumidor”, ressalta.

O Procon-SP tem um programa para ajudar os superendividados. É o Núcleo de Tratamento do Superendividamento, que atende consumidores insolventes e ajuda na tomada de medidas preventivas e corretivas. Segundo Vera, 2.822 consumidores já foram a palestras sobre o assunto e 1.142 superendividados receberam orientação individualmente.

Pela internet é possível encontrar algumas ferramentas de apoio aos superendividados. O Banco Central, por exemplo, oferece em seu site uma cartilha com orientações sobre como sair do superendividamento. E na página da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o consumidor encontra uma ferramenta para organizar as receitas e despesas, o Jimbo.

Segundo a superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian, Maria Zanforlin, pode ser considerado como superendividado o consumidor que tem mais de quatro dívidas. “Ocorre quando a pessoa fez mais compras do que pode pagar e precisa de crédito”, explica.

“O consumo estimula a economia, mas é preciso haver um consumo consciente. Só comprar o que realmente precisa. A felicidade com uma compra é muito curta”, alerta Maria Zanforlin. Segundo ela, uma boa dica é anotar tudo o que se compra para saber quanto consumiu ao final de um dia.

“No Brasil, a questão do consumo é nova. São 20 anos do Plano Real. Não tivemos educação financeira necessária”, disse.

Pernambuco na Copa do Mundo FIFA 2014

Dica SPC Brasil

Para evitar o combustível batizado o indicado é abastecer sempre no mesmo posto. Caso o seu carro apresente diminuição no rendimento faça a verificação com um mecânico confiável.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Comunicado CDL e Sindilojas

A CDL e o Sindiloja de Santa Cruz do Capibaribe informam a todos os associados e lojistas em geral que, em função do Feriado da Semana Santa, a CDL e o Sindiloja estarão fechados na próxima sexta-feira (18), e no sábado (19) e na segunda (21), em função do feriado de Tiradentes.

Em tempo: O Sindiloja comunica ainda que os lojistas, que desejarem funcionar na sexta (18) ou na segunda (21), deverão fazer acordo trabalhista. Para isso, basta procurar o Sindicato, que funciona na sede da CDL, até a próxima quinta-feira (17), e efetuar o Acordo de Trabalho.

A CDL e o Sindiloja aproveita para desejar um ótimo feriadão para todos!

quarta-feira, 16 de abril de 2014


Receita vai simplificar eSocial para pequenas empresas

Fonte: Fenacon

A Receita Federal vai criar um módulo simplificado do eSocial para micro e pequenas empresas (MPEs), um canal no YouTube com vídeos de orientação e assegura que o mecanismo digital poderá servir para os empresários avaliarem a redução do curso das despesas atualmente contraídas para o envio de informações previdenciárias e trabalhistas.

As novidades foram antecipadas ao DCI pelo representante da Receita Federal no Comitê Gestor do eSocial, Daniel Belmiro Fontes, em relação aos preparativos à obrigatoriedade do mecanismo a partir de janeiro de 2015 para as micro e pequenas empresas.

O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, em relação às contribuições previdenciárias e ao recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

"É um sistema mais fácil que vai diminuir a quantidade de serviços que o empresário já paga. Por isso, ele também reduzir o custo de suas despesas com o envio dessas obrigações de informações previdenciárias e trabalhistas", disse.

Na avaliação de Fontes, o sistema poderá ser preenchido e processado pelo próprio empresário, no caso de MPEs, sem a necessidade de contratação de pessoal ou de serviços adicionais para efetuar o processo.

"Na maioria dos casos, será necessário preencher apenas a remuneração do empregado. O cálculo do FGTS e da Previdência, por exemplo, será feito automaticamente. Será algo parecido com o sistema do Simples Nacional", explicou o representante do fisco.

Além disso, apontou que a versão simplificada para MPEs será elaborado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

De acordo com o representante da Receita Federal, apenas 700 mil micro e pequenas empresas terão de comprar certificado digital para transmitir essas informações. Esse instrumento é exigido das empresas que possuem mais de sete empregados.

Fontes atribuiu à falta de troca de informações entre os órgãos a reclamação feita pelo ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (Semp), Guilherme Afif Domingos, de que o eSocial era em verdade o e-Fiscal por exigir a digitalização de uma série de informações, inviável para empreendimentos de menor porte.

Além disso, Afif atacou que a criação do eSocial não diminuiu em nada a burocracia exigida das m micro e pequenas empresas. "Digitalizaram a burocracia, sem diminuí-la", acusou. O ministro criticou ainda o fato de que a SMPE não ter sido convidada para o Comitê Gestor do eSocial e ter sido elaborado um manual de 200 páginas com orientações sobre o mecanismo.

A respeito das colocações do ministro, o representante da Receita afirmou que "O eSocial tem realmente um aspecto fiscal, mas trata principalmente de informações de interesse social dos trabalhadores, como informações trabalhistas e previdenciárias". E acrescentou: "Sempre houve uma versão simplificada para as micro e pequenas empresas. Faltou comunicação entre os órgãos".

Obrigações

O projeto visa centralizar e servir de base única das informações do empregado e empregador, integrando e compartilhando informações com todos os órgãos competentes como Secretaria da Receita Federal (RFB), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), bem como a Justiça do Trabalho, em especial no módulo relativo ao tratamento das Ações Reclamatórias Trabalhistas.

Fontes esclareceu que o eSocial não representará aumento de custos para as micro e pequenas empresas e também para os microempreendedores individuais. Isso porque, segundo o representante da Receita, o mecanismo mantém as atuais obrigações acessórias enviadas aos órgãos públicos geralmente pelo contador contratado pela empresa.

O eSocial dará mais trabalho para médias e grandes empresas. Segundo contadores, para suprir o eSocial com mais de 1.600 informações ou campos diferentes, distribuídos em 44 tipos de arquivos XML, é necessário orquestrar o trabalho de várias áreas como RH, segurança e medicina do trabalho, gestão de contratos, assuntos jurídicos e administração financeira, incluindo a contabilidade e a área fiscal.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vendas no varejo crescem 0,2% em fevereiro, diz IBGE

Fonte: G1 - Portal de Notícias da Globo

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 0,2% em fevereiro sobre janeiro, considerados os ajustes sazonais, divulgou nesta terça-feira (15) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta ocorreu tanto para o volume de vendas como para a receita nominal.
No caso do volume, foi registrado crescimento pelo segundo mês seguido, mas a alta de fevereiro é inferior à de 0,4% registrada em janeiro sobre dezembro.
Sobre o mesmo mês do ano passado, contudo, a alta do volume em fevereiro foi maior, de 8,5%. No acumulado do primeiro bimestre de 2014 foi registrado um crescimento de 7,4% sobre o mesmo período de 2013. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro a alta é de 5%.

Comércio varejista ampliado
No caso do comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, foi registrada queda de 1,6% no volume de vendas e de 0,8 na receita nominal, ambas com ajuste  sazonal, comparadas com janeiro de 2014.

Os aumentos foram de 6,5% no acumulado do ano e de 3,9% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 11,5% e 9,4% para a receita nominal, respectivamente, diz o IBGE.

Atividades
Quatro das dez atividades pesquisadas registraram crescimento no volume de vendas sobre janeiro, com ajuste sazonal. Duas ficaram estáveis e o restante apresentou taxas negativas.

Entre os destaques de altas está o setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, que cresceu 9%. Material de construção apresentou variação de 2,2% e combustíveis e lubrificantes, de 1,6%. Outros artigos de uso pessoal e doméstico variaram 0,5%. Registraram estabilidade as atividades de móveis e eletrodomésticos e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

Com relação às quedas, a maior delas foi registrada no setor de veículos e motos, partes e peças, com 7,6%. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou leve baixa de 0,3%. Tecidos, vestuário e calçados, de 0,5%. Livros, jornais, revistas e papelaria apresentou queda de 3,4%.

Já com relação a evereiro de 2013, das oito atividades do varejo apenas o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria obteve resultado negativo no volume de vendas, de 4,2%.

Pesquisa do SPC Brasil revela que os empresários estão otimistas para a Copa do Mundo e que o bom atendimento importa muito para os clientes



Comunicado CDL e Sindiloja

A CDL e o Sindiloja de Santa Cruz do Capibaribe informam a todos os associados e lojistas em geral que, em função do Feriado da Semana Santa, a CDL e o Sindiloja estarão fechados na próxima sexta-feira (18), e no sábado (19) e na segunda (21), em função do feriado de Tiradentes.

Em tempo: O Sindiloja comunica ainda que os lojistas, que desejarem funcionar na sexta (18) ou na segunda (21), deverão fazer acordo trabalhista. Para isso, basta procurar o Sindicato, que funciona na sede da CDL, até a próxima quinta-feira (17), e efetuar o Acordo de Trabalho.


A CDL e o Sindiloja aproveita para desejar um ótimo feriadão para todos!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Arquitetos e Engenheiros ligados a Câmara Setorial da CDL se reúnem para definir ações

As ações a serem desenvolvidas pela Câmara Setorial de Arquitetos e Engenheiros da Construção Civil da CDL Santa Cruz do Capibaribe, vem sendo discutidas e planejadas em várias reuniões realizadas pelos diretores da Câmara. A diretoria vem discutindo ações como: Reforma do Código de Obras e Plano Diretor da cidade, aumento do efetivo da secretaria de serviços públicos, a fim de melhorar o desempenho das obras na cidade, reavaliação de projetos de loteamentos, dentre outros. Em breve vem muitas novidades por aí.

54ª CONVENÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO LOJISTA: DIVIDINDO EXPERIÊNCIAS, MULTIPLICANDO RESULTADOS


A Convenção Nacional do Comércio Lojista é um evento que envolve empresários de todo o território nacional e alguns países da América do Sul e conta sempre com um grande número de Lojistas inscritos em várias atividades, tais como: Palestras, Seminários com assuntos específicos, Painéis Informativos, Reuniões de Líderes e Exposições de produtos e serviços.

Esta é a 54ª edição da Convenção Nacional do Comércio Lojista e tem a finalidade de proporcionar mudanças culturais aos participantes, no sentido de promover o crescimento da classe no que concerne ao aumento do conhecimento e desenvolvimento de novos negócios, além da importância do convívio e a troca de experiências.


As 27 FCDLs e as 1.390 CDLs incentivam seus associados a participarem da Convenção Nacional, visando o conhecimento de novas técnicas utilizadas para fomentar os negócios, a troca de informações e experiências e ainda o congraçamento das classes. O público alvo participante do evento é formado por lojistas, com ampla potencialidade na realização de negócios.

Rotaryanos de Santa Cruz do Capibaribe realizam caminha Ecológica a Serra do Pará

Conhecer as belezas naturais da região e preservá-las é um papel de todo cidadão. Com esse intuito, os rotaryanos do Rotary Club de Santa Cruz do Capibaribe participaram de uma missão ecológica a Serra do Pará. A caminhada começou com um café da manhã, o que possibilitou muita disposição aos participantes. 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Moda itinerante em Caruaru

Fonte: SEBRAE PE

Para receber o público extra, as lojas do Polo Caruaru apostam em moda de todos os gêneros. Por isso, no dia 18 de abril, a partir das 11h, o centro de compras promove um desfile, com a participação de sete lojas: A Rústica, Kokotinha, Galzoni, Edmilly, Showtime, Repertório e Anita Modas. Cada uma apresentará 10 looks. Os desfiles acontecem de forma itinerante, nos corredores do mall, levando moda aos clientes, sem que eles precisem parar de fazer as compras.
As lojas desfilarão os looks em três pontos do Polo, sinalizados por tapete vermelho. Ao todo, 12 modelos farão parte do cast da ação, sob os olhos dos consultores Nando Lira e Janluy Lima e coordenação de Cintia Brito. “A estrutura de passarela foi retirada para aproximar o cliente das composições e aproveitar as ruas largas e corredores que possuímos. Já o tapete vermelho vem para agregar conceito e sofisticação ao evento”, diz Márcia Malagueta, Marketing do Polo. Além das lojas participantes, a Chilli Beans e a Ki Bella Bijouterias, localizadas no centro de compras, darão um plus a iniciativa, exibindo os modernos acessórios disponíveis nos estabelecimentos. “O Polo não vende só roupas. Temos acessórios masculinos e femininos em uma infinidade de opções”, reforça.
Todas as lojas mostram que há de prático e funcional na composição de looks que podem ser facilmente encontrados no Polo Caruaru. Tem também muitas dicas que vão mostrar o quanto é fácil estar na moda gastando pouco. A entrada é gratuita. Quem quiser levar algumas das peças apresentadas, poderá conversar com os stylists e eles indicarão em quais lojas elas são encontradas.
Durante o período da Semana Santa, a expectativa é que mais de 100 mil pessoas passem pelo Polo Caruaru.
Mais ações – Para receber o público extra, as lojas do Polo Caruaru apostam em estoques repletos de itens, como moda de todos os gêneros, acessórios, perfumaria, lazer e alimentação. O centro de compras proporciona ao público um gostinho do tradicional São João da cidade, com apresentações diárias do autêntico forró pé-de-serra e também ao som de banda de pífanos. A animação tomará conta dos corredores do Polo de 12 a 19 de abril, a partir das 11h.
Para os mais competitivos, a Joven Pan estará realizando uma ação bem divertida, em parceria com o Polo nos dias 18 e 19 de abril. Intitulada "Roda Roda", uma roleta estará montada no mal, onde os clientes poderão girá-la, tirar um envelope, responder a uma perguntar e ganhar, na hora, muitos prêmios.
A 135 km do Recife e sete minutos do centro de Caruaru, o Polo Caruaru está situado no km 62, às margens da BR 104. Todos os dias, o empreendimento recebe milhares de compradores. Fundado em 2004, conta com centenas de lojas e dois espaços para a realização de feiras e eventos. O Polo é referência em moda e negócios e um dos mais procurados centros de compras do Agreste. Vestuário, sapatos, acessórios, artigos em couro e artesanato são alguns itens que podem ser encontrados pelos visitantes. Os grandes atrativos são o preço competitivo e o mix de produtos.
O Polo Caruaru conta com uma infraestrutura de 64 mil m² de área coberta. Oferece quatro mil vagas no estacionamento, caixas eletrônicos, casa lotérica e espaço para recreação infantil.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Comissão do Senado aprova alterações no Simples Nacional

Fonte: FENACON

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, ontem, em votação simbólica, um projeto que trata da substituição tributária para os optantes do Simples Nacional. Os senadores concordaram com o parecer apresentado pelo relator na comissão, Armando Monteiro Neto (PTB-PE), que diminui a lista de produtos sujeitos ao regime especial de tributação. A matéria seguirá agora para o plenário. Se for aprovado, o texto segue para apreciação dos deputados federais.


A substituição tributária foi criada para simplificar a cobrança de tributos de setores que têm como característica produção concentrada e venda pulverizada, como bebida, cigarro e pneus. Contudo, segundo o relator, “lamentavelmente”, quase todos os estados alargaram para as micro e pequenas empresas esse regime de tributação, inclusive aquelas que estão no Simples Nacional. Na prática, isso levou a um aumento da carga tributária delas.

O tema tem merecido especial atenção do Palácio do Planalto. Na semana passada, num evento em Brasília sobre empreendedores, a presidente Dilma Rousseff falou sobre o assunto. O ministro da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, é favorável à mudança nesta forma de tributação.

O relator estima que, se a proposta virar lei, 1 milhão de micro e pequenas empresas serão beneficiadas, porque serão retiradas desse regime de recolhimento de impostos. Ele disse, conforme estudo feito pela Consultoria Legislativa do Senado, que a mudança vai derrubar de 1,15 milhão as empresas alcançadas desse porte pela substituição tributária para apenas 155 mil. “É um grande alívio para esse universo das micro e pequenas empresas”, destacou.

No último parecer apresentado, o relator acatou parcialmente emendas apresentadas pelos senadores petistas Eduardo Suplicy (SP) e Gleisi Hoffmann (PR). Ele reduziu para cerca de 40 o cardápio de operações sujeitas ao regime, como o setor de bebidas, óleos vegetais, farinha de trigo, açúcar, veículos automotivos, produtos farmoquímicos, eletroeletrônico e eletrodomésticos, adubos e PVC. A lista só pode ser aumentada, se for aprovada lei específica.

Outra mudança aceita no parecer foi reduzir os mecanismos para diminuir a burocracia para as empresas. Uma das sugestões é criar um aplicativo que fará os cálculos para incluir as empresas no regime especial de tributação.

Monteiro disse que ainda não há um acordo para votação do projeto em plenário. Porém, acredita que há chances de a proposta ir à votação este ano. “Por ser ano eleitoral, a matéria se inscreve, a meu ver, numa agenda positiva do Congresso por ajudar toda uma legião de empreendedores”, disse. “O Congresso tem que ter protagonismo nessas questões”, completou.

Representantes Comerciais da Confecção participam de Missão Empresarial no Polo de Goiânia

Uma das ações planejadas pela Câmara Setorial dos Representantes Comerciais da Confecção, da CDL Santa Cruz do Capibaribe, que é a Missão Empresarial ao Polo de Confecções de Goiana. A Missão aconteceu no início deste mês e contou com a participação dos representantes, liderados pelo coordenador da Câmara, Ronaldo Nascimento e pelo Consultor da Câmara, Antônio Sérgio.

“Fomos bem recebidos pelo Sindicato dos Assessores de Moda de Goiânia (Sindasco) na pessoa do Presidente Ribamar e do Presidente da Central de Guias e Assessores”, disse Antônio Sérgio. Ele que listou alguns tópicos observados durante a Missão e serão debatidos nas reuniões com todos da Câmara Setorial dos Representantes Comerciais da Confecção.



Empresas amigas da AADESC